Viciadas em Séries #16: You’re Beautiful (K-Drama)

Nossa, quanto tempo sem Viciadas em Séries, né gente? Pois é… Com o final do ano, as provas e tudo o mais, não tive tempo para assistir muitas séries. Mas… hoje, eu trago uma novidade para vocês.

K-drama significa um drama  koreano (coreano), uma série. O termo se popularizou primeiramente com os J-dramas, ou seja, os dramas japoneses. Há alguns anos, eu era completamente viciada em dramas asiáticos, mas com o passar dos anos, fui desapegando deles. No entanto, quando vi na Netflix vários dramas, não resisti e tive de começar a assistir novamente.

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You’re Beautiful (Você é linda, na Netflix Brasil) é um k-drama produzido em 2009. Narra a história de Go Mi Nyu, uma noviça que de uma hora pra outra tem que se passar por seu irmão gêmeo Go Mi Nam, garantindo, assim, o lugar dele em uma boy band de sucesso, os A.N.Jell. Logo de início, o líder da banda, o autoritário e mal-humorado Hwang Tae Kyung, descobre que Go Mi Nam na verdade é uma garota e exige que ela saia do grupo! Além de lidar com “o líder”, Go Mi Nam terá também que se relacionar com os outros membros da banda, o gentil Kang Shin Woo e o divertido Jeremy, sempre escondendo que é uma garota.

Eu assisti esse drama logo que foi lançado, em 2009. Na época, como era mais novinha, tinha gostado mais desse drama, hoje nem tanto. Isso porque, como o próprio drama deixa claro em algumas partes, o público alvo é realmente as adolescentes.

Antes de falar qualquer coisa à respeito do drama, devo deixar claro que a cultura e a tradição na Coreia são bem distintas das nossas. Um país mais tradicionalista, é normal que os relacionamentos somente ocorram quando há intenção de se estabelecer um matrimônio, a “pureza” é muito prezada, e um simples abraço entre amigos pode representar mais do que aqui no Brasil.

Portanto, quando forem assistir esse drama, tenham isso em mente, e não espere cenas de beijos, abraços e pegações, apesar de ser uma história romântica. Creio que, justamente isso, aponta uma narração mais singela, ingênua, que por muitas vezes, sinto falta nas produções brasileiras. Não que eu queira dizer que devemos reproduzir o moralismo lá aplicado, longe disso, mas talvez apresentar as histórias com um lado sentimental seja algo que falta aos brasileiros…

Divagações a parte, esse não é um dos meus dramas preferidos. Parece que a todo momento surge um empecilho no romance que, pra mim, não chegam nem ao menos a serem obstáculos, mas novamente… Duas culturas, duas medidas.

Esse drama é meio bobinho, pelo menos é a minha opinião. Mas existem muitos outros bons, japoneses e coreanos. Vou procurar trazer mais deles, para que vocês sejam capazes de fazer as devidas comparações por vocês mesmos. Mesmo assim, este é um bom drama para se começar a ter contato com a cultura asiática e o estilo de narração, leve e divertido.

Peregrinado pela internet, achei esses bonequinhos fofíssimos dos personagens da série =D

2,5

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Para Ler #24: Diário de um Banana 2 – Rodrick é o cara

Diario de um banana 2Após o desesperador episódio do queijo, Greg está de volta com um novo diário. Dessa vez, Rodrick descobriu uma situação constrangedora de Greg e, desse modo, Greg terá que se submeter à várias episódios embaraçosos para que seu mico não venha a tona.

Diário de um Banana 2 continua na mesma linha de Diário de um Banana 1. Jeff Kinney manteve suas sacadas sensacionais e sua escrita continua maravilhosa, explicitando a alma de Greg, o que significa que as personagens já criaram vida e personalidades próprias.

A única crítica que tenho a fazer para esse livro é que sendo uma continuação, não houve evolução na história, no entanto, felizmente, o livro também não piorou. Simplesmente continuou na mesma…

Quanto à edição, já havia dito no post  Para Ler #16:Diário de um Banana que a minha é a edição econômica comprada pela Avon. Já havia dito também que a edição está muito bem feita, no entanto, talvez não tenha sido capaz de passar o quão legal ela está! Tudo é muito bem pensado e, tenho certeza, deve ter dado trabalho para fazer, principalmente por causa dos desenhos “do Greg” entre o texto. A edição econômica não perde em nada para a edição tradicional, as únicas diferenças são a capa dura e o papel pólen, que, no entanto, são muito bem compensados pelo preço da econômica. Finalmente uma editora mostrando respeito aos leitores que adquirem a versão econômica em vez da tradicional. Gostaria de deixar as minhas congratulações à Editora Vergara e Riba pelo ótimo trabalho! (Não, não tenho nenhuma relação com a editora)

Tenho até o sexto volume e logo, logo terá mais resenhas. =)

5

Para Ler #23: O Ladrão de Raios (Série Percy Jackson e os Olimpianos, v.1)

PJ1Com apenas doze anos, Percy pode ser considerado um “Garoto Problema”. Sua vida nunca foi muito normal: parece que confusões e problemas o perseguem desde criança; no entanto, as coisas começam a ficar realmente estranhas quando sua professora de matemática se transforma em um monstro querendo matá-lo e Percy consegue transformá-la em pó. Só que o que ele não imaginava é que isso faz parte de uma realidade bem maior: Os Deuses da mitologia grega existem e um deles é seu pai. Agora como um “semideus” Percy terá que se integrar a um acampamento de batalha, aprender a conviver com seus poderes e partir em uma missão que pode determinar o destino do mundo.

Eu sei que muita gente não gosta de Percy Jackson; assim como tem muita gente que gosta. Felizmente (ou infelizmente, dependendo de você que está lendo esta resenha =) ), eu faço parte da segunda categoria. Todavia, não posso ignorar que o livro possui muitos pontos ruins, como possui bons também, assim como qualquer livro.

Antes de falar de qualquer coisa, gostaria de esclarecer o publico alvo à qual o livro é destinado: pré-adolescentes na faixa de doze anos, como o próprio Percy. Tendo dito isso, não posso concordar com várias afirmações que já ouvi que o livro é mal escrito. Tá certo… não é um JKR… Não é tão amarrado como HP… mas de maneira alguma é mal escrito. O Rick Riordan tem uma escrita muito fácil de acompanhar, direta, o que condiz totalmente com os leitores de 12 anos.

Uma das coisas que mais gosto no livro é sua ambientação na Mitologia Grega (é claro, dããã!). No entanto, o que quero dizer com isso é que o Rick ambientou o cenário de Percy em um UNIVERSO de mitologia, em sua totalidade, não somente neste conto ou naquele,  e ainda assim, conseguiu dar coesão à história, amarrando através de Percy e seus amigos diversos aspectos da mitologia grega.

Já ouvi também alegações que se aprende mais de mitologia lendo 10 minutos o google do que toda a série Percy Jackson. Não poderia discordar mais!!! >:{   Quando estava na sexta série, tive de realizar uma super pesquisa sobre mitologia grega e romana. Na época, até que consegui aprender isso e aquilo. Quando estava no primeiro ano do colegial, tive de realizar de novo a tal pesquisa; a realidade é que eu não me lembrava mais nada daquilo que tinha pesquisado 3 anos antes, o que significa que eu APREENDI a informação, mas realmente não a ASSIMILEI. E esse é um grande diferencial do livro: deve fazer uns 4 anos que li o livro e ainda me lembro de várias coisas da mitologia apresentada nele (as pesquisas não valem porque realmente não me lembro de nada nelas). Portanto, se eu tivesse lido os livros de “Percy Jackson e os Olimpianos” na sexta série ao invés de fazer um trabalho de 100 páginas, teria prendido muito mais (e nem teria de pesquisar de novo no primeiro ano xD).

Desse modo, se você for um professor de história que estiver lendo isso, pelo amor de Deus (ou Deuses, rs), chega de passar aqueles livros chatos e passe Percy Jackson para ser lido. Experiência própria, hein?!

Quanto à edição brasileira, posso dizer que é uma edição bem normal, só que sendo da Editora Intrínseca, de alta qualidade! A única coisa é que o dourado da capa do meu livro já tá saindo. Mas também, tadinho, já tá tão manuseado… =(

Portanto, analisando com meu cérebro de doze anos (não que difira muito da realidade), “O Ladrão de Raios” merece…

4,5

Para Ler #21: As Aventuras do Caça-Feitiço – O Aprendiz

as aventuras do caça feitiçoTom  Ward logo fará 13 anos e está na hora de começar a aprender uma profissão. No entanto, sendo o sétimo filho, não restam mais tantas opções para ele. Assim, seus pais lhe entregam para o Caça-Feitiço para que se torne seu aprendiz. No entanto, ele não é somente o sétimo filho, como seu pai também era o sétimo filho; essa condição possibilita que Tom possua algumas características especiais: ele consegue sentir e se comunicar com aqueles que ninguém mais consegue, como espíritos, fantasmas, ogros, além das feiticeiras, é claro. Agora, em sua nova profissão, é dever de Tom proteger as pessoas desses perigos sobrenaturais.

Adorei esse livro! Acho que foi um dos melhores livros juvenis que já li! Principalmente porque nenhum livro de terror me assusta (ok, talvez um pouquinho os do Stephen King, mas só um pouquinho, ok?) e, apesar desse livro não ter me deixado com meeedo, me fez sentir aquela sensação, sabe? O que eu acho a parte mais gostosa de se ler…

E ela [a porta] se abriu, muito lentamente, com um forte rangido. Alguma coisa entrou na sala. Senti uma friagem. Uma friagem de verdade. O tipo de friagem que me informava que ali havia alguma coisa que não pertencia a esta Terra. Era como a friagem no morro do Carrasco, só que muito, muitíssimo pior.

A narração do Joseph Delaney é extremamente gostosa de se ler. uma vez que você começa, é impossível parar! Li esse livro muito rápido: em menos de duas horas já havia terminado e estava procurando a continuação.  Também gostei muito das personagens, sua construção em camadas, ir revelando aos poucos os motivos e o passado de cada um.

as aventuras do caça feitiço 2As Aventuras do Caça-Feitiço foi publicada no Brasil pela Bertrand Brasil, um selo da Editora Record. A edição está muito bem feita, fácil de se ler (entenda-se letra tamanho 12 com espaçamento duplo em papel pólen). Cada capítulo se inicia com uma ilustração, além do cabeçalho do livro ter sido feito com todo o cuidado e capricho. A capa é perfeita para a história, dando a impressão de se tratar de um livro antigo, misterioso. Já a contracapa vem com um aviso: “CUIDADO: Não deve ser lido à noite!” Rs

Uma curiosidade é que o autor, Joseph Delaney, baseou O Condado, região em que vive Tom na história, no condado de Lancashire, norte da Inglaterra, onde vive. As regiões que o compõem também foram baseadas em sua vida: Chipping virou Chipenden e Lancaster virou Caster, por exemplo. A orelha do livro traz uma outra informação, se é verídica ou não, não sei dizer: “A casa mal-assombrada em O Aprendiz realmente existiu! Quando criança, Joseph morou em uma casa assim, em Preston, onde tinha um pesadelo recorrente. No sonho, ele se via sentado em um tapete na sala enquanto a mãe tricotava. Então começava a sentir um frio sinistro e, do depósito de carvão no porão, subia uma sombra que o levava a força para o escuro. E o que era mais assustador… seus irmãos tinham o mesmo pesadelo! A casa foi demolida por causa disso; portanto, ele jamais poderá voltar lá.”

A série, no original “The Wardstone Chronicles”, já possui 11 livros publicados na Inglaterra, mais três complementares à história. Por aqui, a Bertrand Brasil só publicou 7 volumes até agora, o que é uma pena, porque é uma série realmente muito boa. Infelizmente ela não é tão conhecida no Brasil, o que deve dificultar a sua publicação =(

5

Para Ler #18: Como ser um Pirata

Atenção: Esse livro é 2º volume da série “Como Treinar o seu Dragão” e pode conter spoilers sobre o enredo. Para saber mais, veja o post sobre o 1º volume da série, “Como Treinar o seu Dragão” ou a resenha sobre o filme “Como Treinar o seu Dragão”.

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Soluço, junto com Banguela, parte novamente à uma nova aventura, onde dessa vez terão de aprender os segredos do mar. Tudo ocorria bem, nem tanto, até que ao naufragar Soluço encontra o caixão do velho Barbadura, o terrível, o maior pirata viking de todos os tempo. Como descendente direto de Barbadura, é dever de Soluço encontrar seu tesouro e possuir sua espada, confirmando assim que ele  será o futuro líder da tribo. No entanto, será que nosso anti-herói conseguirá realizar tal proeza?

Vocês devem se lembrar o quanto fiquei maravilhada com a belíssima edição da Intrínseca, não? Pois nesse volume o trabalho caprichado continua com todos aqueles detalhes que já citei, com ilustrações, tipografias, capa etc.

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E outra coisa que continua no mesmo estilo é historia. Só que eu achei que continua, bem, parecida demais com o primeiro livro. Parece que, dessa vez, não teve nenhuma evolução, entendem? Soluço continua o fracassado que sempre foi e de novo ele tem que mostrar que vale a pena, e de novo ele terá de realizar atos incomuns, e de novo vai ser atormentado pelo resto da tribo, e de novo…

Deu pra perceber? Parece que o que Cressilda fez foi simplesmente deslocar Soluço e sua vila para outro cenário.

Apesar de tudo, a narrativa continua a delícia que sempre foi, com direito à muitas risadas. Apesar de ter achado a história meio muito repetitiva, confesso que me apaixonei pela série e que toda a magia de se ler que senti no livro 1 continua presente, por isso, merece 4 estrelinhas!

4

Para Ler #16: Diário de um Banana

GRD_217_Diário_BananaGreg é o filho do meio de uma típica família americana e acaba de ir para o Ensino Fundamental (6ª série nos EUA). Tem de, então, conviver com todos os tipos de garotos, “onde fracotes subdesenvolvidos dividem os corredores com garotos que são mais altos, mais malvados e já se barbeiam”.

Entre conviver com sua família, encarar o ensino médio e ser amigo de Rowley, a vida de Greg se enche de aventuras, que ele narra nesse diário.

Gosto muito do Diário de um Banana, acho que as aventuras narradas por Greg o tornam um livro perfeito para o público juvenil, principalmente àqueles que ainda frequentam a escola. No entanto, se você, assim como eu, já passou dessa fase, irá se divertir do mesmo jeito.

As situações em que Greg se mete são todas muito engraçadas, você se mata de rir. Além disso, a narração, que é feita pelo personagem principal, consegue estampar bem as características de nosso “herói improvável”, deixando a história ainda mais cômica:

Em primeiro lugar, quero esclarecer uma coisa: isto é um LIVRO DE MEMÓRIAS, não um diário. Eu sei o que diz na capa, mas, quando a mamãe saiu para comprar essa coisa, eu disse ESPECIFICAMENTE que queria um caderno sem a palavra “diário” escrita nele.

Ótimo. Tudo que eu preciso é que um idiota me pegue com este livro e entenda errado.

A outra coisa que quero esclarecer agora mesmo é que isso foi ideia da minha MÃE, não minha. Mas se ela acha que vou escrever meus “sentimentos” aqui ou coisa do tipo, ela está louca. Então, só não espere que eu seja todo “Querido Diário” isso, “Querido Diário” aquilo.

Creio que o grande diferencial da obra seja justamente esta narração. Já li antes vários livros em formato de Diário, mas nunca antes um que fosse escrito (narrado) por um menino. Portanto, realmente, não há nele “Querido Diário isso, Querido Diário aquilo”, e por isso, não encontramos exacerbação de sentimentos, ou situações adolescentes femininas, tornando este um livro diferente do resto do gênero.

Quanto ao estilo de narrativa, ela é bem clara e sucinta, como um garoto da idade de Greg se comunica. Entre trechos de escrita, há vários desenhos, que contribuem para a dinâmica de leitura e que torna mais fácil a visualização da história.

Uma vez vi uma entrevista do autor, Jeff Kinney, para o Fantástico, e ele declarou que suas ideias surgiam de aventuras que ele, ou seus amigos, ou algum conhecido, viviam, e acredito que, por essa razão, dão toda uma veracidade para o livro, como no caso da pegadinha aí em cima. Demais! Ainda quero fazer ela com alguém.

A minha edição é a edição econômica da Editora Vergara & Riba. Para vocês terem uma ideia, comprei ela enquanto via aquele outro folheto da Avon, o Moda & Casa. Fazer o quê… Vida de viciada em livros é assim mesmo…

A capa é molinha e o papel é daquele branco. Já peguei a edição tradicional na mão nas livrarias e a capa é dura, dando um aspecto de diário mesmo ao livro. Fora isso, creio que essa edição não atrapalhe em nada a leitura. Além do mais, paguei somente R$ 15 por ela e valeu super a pena.

Tenho também o volume 2: Rodrick é o Cara e já assisti ao filme e também achei muito bom. Esperem, em breve, resenhas.

5

Bate Papo Literário: Então… Comprei Harry Potter =D

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Sei bem que Harry Potter fez (e ainda faz) parte da infância de muita gente, no entanto, talvez por ter começado a ler a série mais velha que a maioria, nunca me senti extremamente ligada a ela. O resultado disso é que até hoje eu não tinha os livros de HP. Isso mesmo, TINHA, no passado, pois graças a uma promoção do Submarino, finalmente os comprei.

Dia 31/07 foi o aniversário da J.K.Rowling, e assim, o Submarino fez uma promoção de 24h, onde os sete livros da 2ª edição, essa de capa branca, mais os livros “Quadribol através dos Séculos”, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” e “Os Contos de Beedle, o Bardo” saiam todos por R$99,90, todavia, caso a compra fosse realizada através de boleto bancário, opção que fiz, o total se reduziria á R$87,91. Ou seja, foi uma ótima compra e saiu muito barato: 10 livros por R$87, praticamente R$9 por livro! Principalmente se levarmos em conta que nos sebos, essa edição está por volta de R$20, cada livro (sim, eu vi no sebo do centro de SP).

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Quanto a edição em si, posso dizer que estou muito descontente com a ROCCO. Os livros são muito fininhos, especialmente se comparados á edição normal de HP, o que significa letras pequenas sem espaçamento duplo. Somem isso ao fato de ter sido impresso em papel branco convencional, e a leitura provavelmente se tornará um terror (bem, não, porque ler HP nunca será um terror). Para vocês terem uma ideia, o primeiro livro, “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, tem 223 páginas.

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Quanto á capa, ela é linda, com Harry Potter escrito em dourado texturizado e trazendo uma ilustração simples, sem fundo, em cada livro. Cada capa possui uma cor. Minha capa preferida é a em tom de fúcsia, “Harry Potter e a Ordem da Fênix”. Foi a ilustração que eu mais gostei também. E outra coisa, pelo menos nessa edição HP tem orelhas. (O mínimo, certo?!)

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Quanto aos outros livros, a primeira coisa que me surpreendeu foi como eles são finos! O mais grossinho deles é “Os contos de Beedle, o Bardo” e ele possui 107 páginas, quase da espessura do 1º HP. OS outros possuem cerca de 60 páginas. Quanto ao papel, também é papel branco, no entanto, parece qua a qualidade da impressão e diagramação do texto é melhor neles do que HP.

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O meu preferido até o momento, já que eu ainda não os li, é o “Os Contos de Beedle, o Bardo”. Sua edição é bem feitinha, sua capa é texturizada em alto relevo e possui orelhas. Cada página é decorada com arabescos de rosas e está cheio de ilustrações da própria J.K.Rowling, lindas, rachuradas.

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A entrega chegou rápido e, excepcionalmente, os livros não vieram estragados (Sim, o Submarino estraga os livros. Eles não possuem cuidado algum). No entanto, a caixa chegou tão detonada que o vídeo que eu pretendia gravar abrindo-a não ia ficar legal.

No mesmo dia, o Submarino também estava fazendo promoção dos DVDs. Todos os oito por R$60. Infelizmente, meu dinheiro não me deixou comprar. Com certeza, marcarei a data no calendário para, no ano que vem, comprá-los, caso haja novamente a promoção.

Aproveitando o post, foram anunciadas as novas capas da edição comemorativa de HP, com um box lindo. Agora, quem sabe mais pra frente, não?!

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