Para Ler #27: The Walking Dead – A Ascensão do Governador

the-walking-dead-a-ascensao-do-governadorTinha alguma coisa muito errada. Lógico que tinha! Os mortos estavam voltando à vida… E tudo o que Philip Blake conseguia pensar era em manter sua filha — sua amada filhinha, Penny — viva. Era por isso, afinal, que ele tinha chamado seus velhos amigos, Nick e Bob, para os acompanharem até Atlanta, até o centro de refugiados. Infelizmente, o inútil do seu irmão Brian tinha vindo também, mas fazer o que, certo? O importante agora é sobreviver…

The Walking Dead, A ascensão do Governador, narra a história desses 5 companheiros e como, ao longo do caminho, as coisas se desenrolam ou enrolam para eles no meio de um apocalipse Zumbi. O livro é dividido em três partes — Os Homens Ocos, Atlanta e A Teoria do Caos — e o foco narrativo encontra-se, principalmente, voltado para os irmãos Blake.

Esse livro pode ser considerado um “spin-off” da HQ The Walking Dead, aquela que originou a série e que até mesmo já teve post aqui no blog. Ao contrário do que muita gente me falou, e do que andei lendo por aí na internet, não é necessário ser um fã da saga, ou seja, não é necessário ter lido a HQ ou ter assistido a série para entender esse livro.

Quem, assim como eu, acompanha a série, sabe que na 3ª Temporada entra um personagem fundamental: O Governador. No entanto, não sabemos nada como ele assumiu esse cargo, ou como a cidade foi criada. Esse livro nos conta desde o comecinho do Apocalipse Zumbi, e por ser uma história anterior a apresentada, não é fundamental que você saiba quem é Philip Blake. Aliás, nem acho que resolve conhecer a série, uma vez que o Governador que nos é apresentado é o da HQ, muito diferente do da telinha…

Governador da HQ X Governador da TV  - Créditos: https://www.facebook.com/TheWalkingDeadBrasil

Governador da HQ X Governador da TV – Créditos: https://www.facebook.com/TheWalkingDeadBrasil

Não tenho muito o que falar sobre esse livro. Realmente, é o que eu disse lá em cima: A história de cinco pessoas tentando sobreviver, sem muito mais…

Pra mim, esse livro é bem mediano, sem uma grande narrativa ou grande enredo… O ritmo de leitura que consegui imprimir com ele também foi razoável, apesar de que quando comecei, esperava ler mais rápido.

Quanto à edição, me apaixonei pela capa, especialmente pelos três vultos em frente a uma cidade. Acho que diz muito da história! Infelizmente, o meu exemplar veio com muitos erros de impressão, principalmente faltando sinais gráficos especiais, como pontos de exclamação e travessões. Normalmente, não sou chata com esse tipo de coisa, nem foi realmente prejudicial à minha leitura, mas tava demais, gente! Sério… =/

Bom, é isso, um livro bem mediano, pelo menos na minha humilde opinião, sem nada de mais, desconsiderando o fato de se passar em um apocalipse zumbi, é claro! Agora estou curiosa para ler a continuação e como será a formação de Woodbury, mais porque acompanho a série mesmo…

O livro foi publicado no Brasil pela Editora Record.

3

Anúncios

Viciadas em Séries #10: The Walking Dead

TheWalkingDead_Wallpaper_02

Rick Grimes é o sheriff de uma pequena cidade. Enquanto participa de uma perseguição policial, é baleado e entra em coma. Quando acorda do longo período de sua inconsciência, o mundo está um local completamente diferente: os mortos vivem! Agora Rick terá de aprender a viver nessa nova realidade e manter sua família a salvo.

The zombies are coming… Brains… Brains…

No viciada em Séries anterior, reafirmei meu interesse por psicopatas, não?! Acontece que outro de meus interesses é o Apocalipse Zumbi! Já li tantos livros sobre o assunto que, provavelmente, se ocorresse tal epidemia, não morreria tão rápido. Hahá! As vezes fico até brincando com a Ju: “No caso de uma invasão zumbi, faça isso; faça aquilo, etc”. Loucura, não? Portanto, quando tomei conhecimento dessa série, não pude deixar de assistir.

E, no início, até que gostei bastante dela, mas depois… Parece que as coisas começaram a desandar. Algumas mortes e situações foram tão, mas tão forçadas para mim que chegou a me dar raiva e até me decepcionar um pouco. O final da segunda temporada, então… Arrgh! O que foi aquilo?

Parece que a ideia dos roteiristas é mais ou menos assim: “Faça eles sobreviverem por hordas e hordas de zumbis; faça eles morarem por meses a fio em um lugar seguro. Alguém precisa morrer? Simples, um zumbi é o suficiente para matar todo o grupo!” WTF??? Algumas mortes foram simplesmente RIDÍCULAS!

Sei que TWD é baseada na HQ americana, porém, nunca tive interesse de lê-la. Já os livros, “The Walking Dead: O Caminho para Woodbury” e “The Walking Dead: A Ascensão do Governador”, com certeza os lerei. É só deixar o Submarino fazer uma boa promoção… (e eu ter dinheiro, é claro u.u)

TWD possui 3 temporadas e a quarta já está sendo produzida. Sua estreia está prevista para o dia 31 de Outubro de 2013, o dia das bruxas.

4

Filme: Guerra Mundial Z

Entre amigos no cinema, escolhemos assistir Guerra Mundial Z. Fui sem saber nada sobre o filme, só soube que era do Brad Pitt pelo folder, confesso que queria assistir Universidade Monstros. Mas até que não foi má escolha. Pra mim, o filme não tem grandes novidades, sendo que o tema zumbi já está por todos os cantos. Confesso que achei bem semelhantes aos primeiro episódios de The Walking Dead, com os mesmos fundamentos. Porém, o filme tem aquele toque de horror que TWD não tem. Algumas cenas até tem um suspense, mesmo eu assistindo em versão normal, porém também há disponível em 3D.

Gerry é um pai de família quando acontece uma invasão de zumbis na terra. Ele e sua família tentam se proteger e para permanecer em um local seguro. Gerry volta a trabalhar como investigador da ONU, já que tinha deixado o cargo para estar com sua família. Junto com uma equipe, procuram uma solução para descobrir mais sobre essa infestação com um contágio rapidamente, tentando salvar a população humana. Sem tempo e com muitos adversários, Gerry percorre lugares atrás de respostas.

É um filme que tem ação, um toque de suspense e terror. Entretém o telespectador, porém, como já disse, sem grandes novidades. A censura deixa algumas partes meio sem graça eu queria ver sangue, mas tem cenas de mortes, principalmente de zumbis, entre outras coisas que compensa.

4

Para Ler #6 – Sangue Quente

Estou morto, mas isso não é tão ruim. Aprendi a conviver com isso. Desculpe não me apresentar da forma correta, mas não tenho mais um nome. Dificilmente algum de nós tem um. Nós os perdemos como perdemos chaves de carro, os esquecemos como esquecemos de alguns aniversários. O meu talvez começasse com R, mas isso é tudo que sei. É engraçado porque quando eu era vivo, sempre me esquecia do nome das outras pessoas. Meu amigo M diz que a ironia de ser um zumbi é que tudo é engraçado, mas você não consegue rir, pois seus lábios apodreceram.

Brains! Brains!

R é um jovem zumbi que aparenta ser diferente dos outros. Ele pensa, ele sente, ele tenta se lembrar de como era ser humano. Até que em uma de suas caçadas, conhece e salva a humana Julie. R leva Julie para morar com ele em um reduto de zumbis e então, o mundo começa a se transformar novamente. Muitas mudanças ocorrerão!

Comecei a ler esse livro indicado pela minha irmã (não a Ju, a mais velha). E o que encontrei foi agradável. Sou aficionada por zumbis e nunca antes tinha lido uma história pelo ponto de vista de um, mesmo porque, achava que eles não tinham ponto de vista. O que Isaac Marion faz é trazer uma versão própria de tais criaturas. Os zumbis por eles apresentados não são iguais a concepção que costumamos ter, o que me fez gostar bastante do livro, afinal, uma leitora assídua como eu sempre procura algo novo, original.

Quanto a narração, Marion tenta construir o texto com frases curtas, justamente para conseguirmos nos identificar mais com R. No entanto, creio que ele pecou um pouco no final, deixando alguns fios soltos e um pouco confuso, porém, nada que desmereça sua criatividade. Além disso, Marion é um escritor novato e se ele publicar mais alguma coisa, com certeza lerei.

Outra coisa fenomenal é que, em certos momentos, a história chega a ser engraçada.

Não sentimos o cheiro com nossos narizes. Ele nos acerta lá no fundo, perto do cérebro, como o wasabi.

4