Para Ler #24: Diário de um Banana 2 – Rodrick é o cara

Diario de um banana 2Após o desesperador episódio do queijo, Greg está de volta com um novo diário. Dessa vez, Rodrick descobriu uma situação constrangedora de Greg e, desse modo, Greg terá que se submeter à várias episódios embaraçosos para que seu mico não venha a tona.

Diário de um Banana 2 continua na mesma linha de Diário de um Banana 1. Jeff Kinney manteve suas sacadas sensacionais e sua escrita continua maravilhosa, explicitando a alma de Greg, o que significa que as personagens já criaram vida e personalidades próprias.

A única crítica que tenho a fazer para esse livro é que sendo uma continuação, não houve evolução na história, no entanto, felizmente, o livro também não piorou. Simplesmente continuou na mesma…

Quanto à edição, já havia dito no post  Para Ler #16:Diário de um Banana que a minha é a edição econômica comprada pela Avon. Já havia dito também que a edição está muito bem feita, no entanto, talvez não tenha sido capaz de passar o quão legal ela está! Tudo é muito bem pensado e, tenho certeza, deve ter dado trabalho para fazer, principalmente por causa dos desenhos “do Greg” entre o texto. A edição econômica não perde em nada para a edição tradicional, as únicas diferenças são a capa dura e o papel pólen, que, no entanto, são muito bem compensados pelo preço da econômica. Finalmente uma editora mostrando respeito aos leitores que adquirem a versão econômica em vez da tradicional. Gostaria de deixar as minhas congratulações à Editora Vergara e Riba pelo ótimo trabalho! (Não, não tenho nenhuma relação com a editora)

Tenho até o sexto volume e logo, logo terá mais resenhas. =)

5

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Viciadas em Séries #15 – Anger Management

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Comecei a ver Anger Management logo depois de sua estreia, com aquela expectativa de ser a nova série de Charlie Harper Sheen depois da saída de Two and a Half Men.

Na série, Charlie interpreta “ele mesmo”, um ex jogador de beisebol que teve sua carreira arruinada depois de um ataque de raiva e acaba se machucando. Após isso, Charlie vira terapeuta de controle de raiva e recebe em sua casa seus pacientes.  Além disso, Charlei é separado de sua ex mulher com quem tem uma filha adolescente que sofre de transtorno obsessivo compulsivo (TOC).

O seriado decorre nas sessões de terapias de seus pacientes e de seus problemas pessoais. A série foi baseada no filme que leva o mesmo nome.

Na minha opinião, o seriado não me agrada em alguns aspectos. Ele acaba sendo inferior há várias séries de comédia e só continuei assistindo por curiosidade, mas mesmo assim não melhorou. Parece que a história não flui e não consigo me envolver com os personagens.

3

Filme: Eu Queria Ter a Sua Vida (2011)

eu queria ter a sua vidaSabe os filmes típicos de troca de corpos, como “Se Eu Fosse Você” ou “Sexta Feira Muito Louca”, esse filme segue o mesmo estilo. “Eu Queria Ter a Sua Vida” conta a história de dois amigos completamente opostos, Dave é pai de família e advogado renomado, e Mitch é um solteirão que trabalha na indústria de filmes lornôs, não, eu não escrevi errado.

Quando eles saem para assistir um jogo no bar e por acaso urinam em uma fonte acabam acordando com os corpos trocados. E um tem que se passar pelo outro até desfazerem essa bruxaria. Ele não tem muitas novidades, é bem clichê e  segue o mesmo esquema desses tipos de filmes, muitas trapalhadas, um vê o lado do outro e a si com outros olhos e no fim dá tudo certo.

Acredito que seja mais uma comédia masculina com piadas mais adultas, então classificaria como uma versão para homens dos filmes citados à cima. O filme conta também com Leslie Mann e Olivia Wilde (eterna Treze de House). É uma comédia legal, mas só pra quando não tem coisas melhores. Vale à pena se você quer ver o Ryan Reynolds. ❤

No fim, só passa de um clichê.

3

Para Ler #16: Diário de um Banana

GRD_217_Diário_BananaGreg é o filho do meio de uma típica família americana e acaba de ir para o Ensino Fundamental (6ª série nos EUA). Tem de, então, conviver com todos os tipos de garotos, “onde fracotes subdesenvolvidos dividem os corredores com garotos que são mais altos, mais malvados e já se barbeiam”.

Entre conviver com sua família, encarar o ensino médio e ser amigo de Rowley, a vida de Greg se enche de aventuras, que ele narra nesse diário.

Gosto muito do Diário de um Banana, acho que as aventuras narradas por Greg o tornam um livro perfeito para o público juvenil, principalmente àqueles que ainda frequentam a escola. No entanto, se você, assim como eu, já passou dessa fase, irá se divertir do mesmo jeito.

As situações em que Greg se mete são todas muito engraçadas, você se mata de rir. Além disso, a narração, que é feita pelo personagem principal, consegue estampar bem as características de nosso “herói improvável”, deixando a história ainda mais cômica:

Em primeiro lugar, quero esclarecer uma coisa: isto é um LIVRO DE MEMÓRIAS, não um diário. Eu sei o que diz na capa, mas, quando a mamãe saiu para comprar essa coisa, eu disse ESPECIFICAMENTE que queria um caderno sem a palavra “diário” escrita nele.

Ótimo. Tudo que eu preciso é que um idiota me pegue com este livro e entenda errado.

A outra coisa que quero esclarecer agora mesmo é que isso foi ideia da minha MÃE, não minha. Mas se ela acha que vou escrever meus “sentimentos” aqui ou coisa do tipo, ela está louca. Então, só não espere que eu seja todo “Querido Diário” isso, “Querido Diário” aquilo.

Creio que o grande diferencial da obra seja justamente esta narração. Já li antes vários livros em formato de Diário, mas nunca antes um que fosse escrito (narrado) por um menino. Portanto, realmente, não há nele “Querido Diário isso, Querido Diário aquilo”, e por isso, não encontramos exacerbação de sentimentos, ou situações adolescentes femininas, tornando este um livro diferente do resto do gênero.

Quanto ao estilo de narrativa, ela é bem clara e sucinta, como um garoto da idade de Greg se comunica. Entre trechos de escrita, há vários desenhos, que contribuem para a dinâmica de leitura e que torna mais fácil a visualização da história.

Uma vez vi uma entrevista do autor, Jeff Kinney, para o Fantástico, e ele declarou que suas ideias surgiam de aventuras que ele, ou seus amigos, ou algum conhecido, viviam, e acredito que, por essa razão, dão toda uma veracidade para o livro, como no caso da pegadinha aí em cima. Demais! Ainda quero fazer ela com alguém.

A minha edição é a edição econômica da Editora Vergara & Riba. Para vocês terem uma ideia, comprei ela enquanto via aquele outro folheto da Avon, o Moda & Casa. Fazer o quê… Vida de viciada em livros é assim mesmo…

A capa é molinha e o papel é daquele branco. Já peguei a edição tradicional na mão nas livrarias e a capa é dura, dando um aspecto de diário mesmo ao livro. Fora isso, creio que essa edição não atrapalhe em nada a leitura. Além do mais, paguei somente R$ 15 por ela e valeu super a pena.

Tenho também o volume 2: Rodrick é o Cara e já assisti ao filme e também achei muito bom. Esperem, em breve, resenhas.

5

Viciadas em Séries #7: The Middle

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The Middle chegou ao Brasil sob o título Uma família no meio do nada. A série retrata uma típica família americana de classe média, que vive na cidade fictícia de Orson, no Estado de Indiana, EUA. A família Heck é composta pela mãe, Frankie, que faz tudo pela família, pelo pai, Mike, um cara super honesto e pelos três filhos: Axl, Sue e Brick. Axl representa o irmão mais velho jogador de futebol, folgado e preguiçoso; Sue só se mete em encrenca e sempre se ferra; e Brick está sempre com um livro na mão.

A partir do momento em que você começa a assistir a série, é impossível deixar de se identificar. Seja com a família inteira, seja com algum personagem específico, seja com as situações apresentadas. É realmente engraçado ver como essa família resolve seus problemas no dia-á-dia; problemas estes que fazem parte do cotidiano de qualquer família e nem sempre são encarados com tanto bom humor.

O curioso é que sempre quando assistíamos algum episódio (minha família se amontoa na frente da TV para assistir), sempre apontávamos um ou outro ocorrido nosso. Por exemplo, no episódio das goteiras, onde minha casa estava passando exatamente pela mesma situação.

A série em geral foi muito bem aclamada pelo público, sendo indicada para vários prêmios. Atualmente possui 4 temporadas e a 5ª já foi renovada.

5

Filme: Vai que dá certo (2013)

Vai Que Dá Certo

Vai que dá certo é um filme de comédia brasileira, com atores e comediantes famosos. Conta a história de um grupo de amigos que resolvem entrar pro crime. Porém, todos eles não levam o menor jeito pra coisa.

Rodrigo (Danton Mello) é músico que tem seus instrumentos roubado e decidi reunir seus amigos Amaral (Fábio Porchat), Vaguinho (Gregório Duvivier) e Tonico (Felipe Abib), juntamente com seu primo Danilo (Lúcio Mauro Filho) e tentam roubar uma transportadora. Porém, tudo dá errado e desesperados, partem para outro crime.

Pra mim, o começo e o final do filme foram muito ruins. O meio da história até que salvou um pouquinho, com algumas piadinhas e acontecimentos. Porém, não há nenhuma novidade. Apesar de ter nomes famosos no elenco, não foi de longe um bom filme de comédia brasileira. Os personagens que mais deram graça no filme no meu ponto de vista foram o Vaguinho e o Tonico, e mesmo assim foi aquela coisa.

O roteiro ficou muito clichê, com personagens atrapalhados e que começa a dar tudo errado. Faltou aquela sensação de dar uma boa risada. Teve algumas partes medianas, principalmente no desenrolar. É aquele filme pra descontrair, sem prestar muito atenção no roteiro.

 

3

Viciadas por Séries #4: Castle

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Richard Castle é um autor de mistérios best-seller que acaba de matar seu principal personagem, a galinha dos ovos de ouro, “Derreck Storm” e, portanto, está passando por uma “crise de inspiração.” É, então, que mortes estranhas começam a acontecer; mortes que seguem as características dos livros de Castle. Há um imitador! Deste modo, Rick começa a ajudar (leia-se azucrinar) a Det. Becket na busca e prisão de tal serial killer. Mas, será que não é justamente o que Castle precisa para sua inspiração? “Uma rígida mas adorável detetive”?

“Castle”, atualmente, já terminou sua 5ªtemporada e uma sexta está confirmada. A 1ª temporada só possui 10 episódios, mas devido ao sucesso da série, as seguintes passaram a ter 23/24 por temporada.

Adoro esta série, que segue a mesma linha de “Bones”, mas ao meu ver, superou e muito esta. Isso porque, “Castle” possui um pé cômico, episódios tensos que sempre deixam um gostinho de “quero mais” e ambos os protagonistas, Castle e Becket, foram bem construidos, com mistérios em seus passados. Lembram-se que mencionei que “Bones” desejou a desejar por “perder o timing” para os protagonistas? Isso não acontece em Castle, o que faz com que os personagens evoluam e lidem com novas situações, saindo daquela mesmice.

A única coisa é que adoro o Det. Ryan e o Det. Esposito, e por isso, exploraria um pouco mais eles na série.

4,5