Para Ler #24: Diário de um Banana 2 – Rodrick é o cara

Diario de um banana 2Após o desesperador episódio do queijo, Greg está de volta com um novo diário. Dessa vez, Rodrick descobriu uma situação constrangedora de Greg e, desse modo, Greg terá que se submeter à várias episódios embaraçosos para que seu mico não venha a tona.

Diário de um Banana 2 continua na mesma linha de Diário de um Banana 1. Jeff Kinney manteve suas sacadas sensacionais e sua escrita continua maravilhosa, explicitando a alma de Greg, o que significa que as personagens já criaram vida e personalidades próprias.

A única crítica que tenho a fazer para esse livro é que sendo uma continuação, não houve evolução na história, no entanto, felizmente, o livro também não piorou. Simplesmente continuou na mesma…

Quanto à edição, já havia dito no post  Para Ler #16:Diário de um Banana que a minha é a edição econômica comprada pela Avon. Já havia dito também que a edição está muito bem feita, no entanto, talvez não tenha sido capaz de passar o quão legal ela está! Tudo é muito bem pensado e, tenho certeza, deve ter dado trabalho para fazer, principalmente por causa dos desenhos “do Greg” entre o texto. A edição econômica não perde em nada para a edição tradicional, as únicas diferenças são a capa dura e o papel pólen, que, no entanto, são muito bem compensados pelo preço da econômica. Finalmente uma editora mostrando respeito aos leitores que adquirem a versão econômica em vez da tradicional. Gostaria de deixar as minhas congratulações à Editora Vergara e Riba pelo ótimo trabalho! (Não, não tenho nenhuma relação com a editora)

Tenho até o sexto volume e logo, logo terá mais resenhas. =)

5

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Para Ler #23: O Ladrão de Raios (Série Percy Jackson e os Olimpianos, v.1)

PJ1Com apenas doze anos, Percy pode ser considerado um “Garoto Problema”. Sua vida nunca foi muito normal: parece que confusões e problemas o perseguem desde criança; no entanto, as coisas começam a ficar realmente estranhas quando sua professora de matemática se transforma em um monstro querendo matá-lo e Percy consegue transformá-la em pó. Só que o que ele não imaginava é que isso faz parte de uma realidade bem maior: Os Deuses da mitologia grega existem e um deles é seu pai. Agora como um “semideus” Percy terá que se integrar a um acampamento de batalha, aprender a conviver com seus poderes e partir em uma missão que pode determinar o destino do mundo.

Eu sei que muita gente não gosta de Percy Jackson; assim como tem muita gente que gosta. Felizmente (ou infelizmente, dependendo de você que está lendo esta resenha =) ), eu faço parte da segunda categoria. Todavia, não posso ignorar que o livro possui muitos pontos ruins, como possui bons também, assim como qualquer livro.

Antes de falar de qualquer coisa, gostaria de esclarecer o publico alvo à qual o livro é destinado: pré-adolescentes na faixa de doze anos, como o próprio Percy. Tendo dito isso, não posso concordar com várias afirmações que já ouvi que o livro é mal escrito. Tá certo… não é um JKR… Não é tão amarrado como HP… mas de maneira alguma é mal escrito. O Rick Riordan tem uma escrita muito fácil de acompanhar, direta, o que condiz totalmente com os leitores de 12 anos.

Uma das coisas que mais gosto no livro é sua ambientação na Mitologia Grega (é claro, dããã!). No entanto, o que quero dizer com isso é que o Rick ambientou o cenário de Percy em um UNIVERSO de mitologia, em sua totalidade, não somente neste conto ou naquele,  e ainda assim, conseguiu dar coesão à história, amarrando através de Percy e seus amigos diversos aspectos da mitologia grega.

Já ouvi também alegações que se aprende mais de mitologia lendo 10 minutos o google do que toda a série Percy Jackson. Não poderia discordar mais!!! >:{   Quando estava na sexta série, tive de realizar uma super pesquisa sobre mitologia grega e romana. Na época, até que consegui aprender isso e aquilo. Quando estava no primeiro ano do colegial, tive de realizar de novo a tal pesquisa; a realidade é que eu não me lembrava mais nada daquilo que tinha pesquisado 3 anos antes, o que significa que eu APREENDI a informação, mas realmente não a ASSIMILEI. E esse é um grande diferencial do livro: deve fazer uns 4 anos que li o livro e ainda me lembro de várias coisas da mitologia apresentada nele (as pesquisas não valem porque realmente não me lembro de nada nelas). Portanto, se eu tivesse lido os livros de “Percy Jackson e os Olimpianos” na sexta série ao invés de fazer um trabalho de 100 páginas, teria prendido muito mais (e nem teria de pesquisar de novo no primeiro ano xD).

Desse modo, se você for um professor de história que estiver lendo isso, pelo amor de Deus (ou Deuses, rs), chega de passar aqueles livros chatos e passe Percy Jackson para ser lido. Experiência própria, hein?!

Quanto à edição brasileira, posso dizer que é uma edição bem normal, só que sendo da Editora Intrínseca, de alta qualidade! A única coisa é que o dourado da capa do meu livro já tá saindo. Mas também, tadinho, já tá tão manuseado… =(

Portanto, analisando com meu cérebro de doze anos (não que difira muito da realidade), “O Ladrão de Raios” merece…

4,5

Para Ler #19: Harry Potter e a Pedra Filosofal

hp1Eu disse nesse post aqui que havia comprado HP. Acontece que os livros mal chegaram em casa e já comecei a lê-los.

Obviamente, eu já havia lido HP e o achava uma história muito boa. No entanto, há detalhes que você só percebe em uma segunda leitura.

Lembro-me de um dia meu professor de gramática dizer que a palavra “texto” deriva da palavra “tecido” e que o verdadeiro significado de escrever com coesão é tecer as histórias como se tece as tramas de um tecido. Até hoje, por essa razão, utilizamos a palavra “trama” para designar um enredo.

A verdade é que nunca vi uma história tão bem costurada como HP. Realmente, há citações e situações que só serão explicadas lá na frente, nos livros posteriores (por exemplo, logo de cara ela cita o jovem Sirius Black) e que você deixa passar em sua primeira leitura. Somente relendo a história você consegue se dar conta do quão bem escrita ela é.

Eu não cresci com HP, e talvez, por isso, não tive aquele amor que muitos tem pela história. No entanto, ler agora, já adulta, também fez eu me apaixonar por tudo. A genialidade de J. K. Rowling finalmente se evidenciou para mim. Tudo em HP é bem construído, sejam os personagens (adoro o Fred e o Jorge), os desafios, até mesmo Hogwarts. J. K não dá ponto sem nó.

Uma coisa que me deixou bastante chateada foi a edição da ROCCO. Por diversas vezes peguei erros, tanto de ortografia, como de concordância, e até mesmo de escolha lexical! Puxa, na terceira edição, continuar tendo tais erros em uma obra tão boa deixa qualquer um furioso. Pena que não me lembrei de marcar as páginas para mostrar aqui, mas marquei alguns no HP 2.

Sei bem que para alguns, esse post não acrescentará nada nem trará algo de novo, porém o intuito foi mesmo fazer uma declaração de amor pela série.

5 corações

Para Ler #18: Como ser um Pirata

Atenção: Esse livro é 2º volume da série “Como Treinar o seu Dragão” e pode conter spoilers sobre o enredo. Para saber mais, veja o post sobre o 1º volume da série, “Como Treinar o seu Dragão” ou a resenha sobre o filme “Como Treinar o seu Dragão”.

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Soluço, junto com Banguela, parte novamente à uma nova aventura, onde dessa vez terão de aprender os segredos do mar. Tudo ocorria bem, nem tanto, até que ao naufragar Soluço encontra o caixão do velho Barbadura, o terrível, o maior pirata viking de todos os tempo. Como descendente direto de Barbadura, é dever de Soluço encontrar seu tesouro e possuir sua espada, confirmando assim que ele  será o futuro líder da tribo. No entanto, será que nosso anti-herói conseguirá realizar tal proeza?

Vocês devem se lembrar o quanto fiquei maravilhada com a belíssima edição da Intrínseca, não? Pois nesse volume o trabalho caprichado continua com todos aqueles detalhes que já citei, com ilustrações, tipografias, capa etc.

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E outra coisa que continua no mesmo estilo é historia. Só que eu achei que continua, bem, parecida demais com o primeiro livro. Parece que, dessa vez, não teve nenhuma evolução, entendem? Soluço continua o fracassado que sempre foi e de novo ele tem que mostrar que vale a pena, e de novo ele terá de realizar atos incomuns, e de novo vai ser atormentado pelo resto da tribo, e de novo…

Deu pra perceber? Parece que o que Cressilda fez foi simplesmente deslocar Soluço e sua vila para outro cenário.

Apesar de tudo, a narrativa continua a delícia que sempre foi, com direito à muitas risadas. Apesar de ter achado a história meio muito repetitiva, confesso que me apaixonei pela série e que toda a magia de se ler que senti no livro 1 continua presente, por isso, merece 4 estrelinhas!

4

Para Ler #16: Diário de um Banana

GRD_217_Diário_BananaGreg é o filho do meio de uma típica família americana e acaba de ir para o Ensino Fundamental (6ª série nos EUA). Tem de, então, conviver com todos os tipos de garotos, “onde fracotes subdesenvolvidos dividem os corredores com garotos que são mais altos, mais malvados e já se barbeiam”.

Entre conviver com sua família, encarar o ensino médio e ser amigo de Rowley, a vida de Greg se enche de aventuras, que ele narra nesse diário.

Gosto muito do Diário de um Banana, acho que as aventuras narradas por Greg o tornam um livro perfeito para o público juvenil, principalmente àqueles que ainda frequentam a escola. No entanto, se você, assim como eu, já passou dessa fase, irá se divertir do mesmo jeito.

As situações em que Greg se mete são todas muito engraçadas, você se mata de rir. Além disso, a narração, que é feita pelo personagem principal, consegue estampar bem as características de nosso “herói improvável”, deixando a história ainda mais cômica:

Em primeiro lugar, quero esclarecer uma coisa: isto é um LIVRO DE MEMÓRIAS, não um diário. Eu sei o que diz na capa, mas, quando a mamãe saiu para comprar essa coisa, eu disse ESPECIFICAMENTE que queria um caderno sem a palavra “diário” escrita nele.

Ótimo. Tudo que eu preciso é que um idiota me pegue com este livro e entenda errado.

A outra coisa que quero esclarecer agora mesmo é que isso foi ideia da minha MÃE, não minha. Mas se ela acha que vou escrever meus “sentimentos” aqui ou coisa do tipo, ela está louca. Então, só não espere que eu seja todo “Querido Diário” isso, “Querido Diário” aquilo.

Creio que o grande diferencial da obra seja justamente esta narração. Já li antes vários livros em formato de Diário, mas nunca antes um que fosse escrito (narrado) por um menino. Portanto, realmente, não há nele “Querido Diário isso, Querido Diário aquilo”, e por isso, não encontramos exacerbação de sentimentos, ou situações adolescentes femininas, tornando este um livro diferente do resto do gênero.

Quanto ao estilo de narrativa, ela é bem clara e sucinta, como um garoto da idade de Greg se comunica. Entre trechos de escrita, há vários desenhos, que contribuem para a dinâmica de leitura e que torna mais fácil a visualização da história.

Uma vez vi uma entrevista do autor, Jeff Kinney, para o Fantástico, e ele declarou que suas ideias surgiam de aventuras que ele, ou seus amigos, ou algum conhecido, viviam, e acredito que, por essa razão, dão toda uma veracidade para o livro, como no caso da pegadinha aí em cima. Demais! Ainda quero fazer ela com alguém.

A minha edição é a edição econômica da Editora Vergara & Riba. Para vocês terem uma ideia, comprei ela enquanto via aquele outro folheto da Avon, o Moda & Casa. Fazer o quê… Vida de viciada em livros é assim mesmo…

A capa é molinha e o papel é daquele branco. Já peguei a edição tradicional na mão nas livrarias e a capa é dura, dando um aspecto de diário mesmo ao livro. Fora isso, creio que essa edição não atrapalhe em nada a leitura. Além do mais, paguei somente R$ 15 por ela e valeu super a pena.

Tenho também o volume 2: Rodrick é o Cara e já assisti ao filme e também achei muito bom. Esperem, em breve, resenhas.

5

Bate Papo Literário: Então… Comprei Harry Potter =D

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Sei bem que Harry Potter fez (e ainda faz) parte da infância de muita gente, no entanto, talvez por ter começado a ler a série mais velha que a maioria, nunca me senti extremamente ligada a ela. O resultado disso é que até hoje eu não tinha os livros de HP. Isso mesmo, TINHA, no passado, pois graças a uma promoção do Submarino, finalmente os comprei.

Dia 31/07 foi o aniversário da J.K.Rowling, e assim, o Submarino fez uma promoção de 24h, onde os sete livros da 2ª edição, essa de capa branca, mais os livros “Quadribol através dos Séculos”, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” e “Os Contos de Beedle, o Bardo” saiam todos por R$99,90, todavia, caso a compra fosse realizada através de boleto bancário, opção que fiz, o total se reduziria á R$87,91. Ou seja, foi uma ótima compra e saiu muito barato: 10 livros por R$87, praticamente R$9 por livro! Principalmente se levarmos em conta que nos sebos, essa edição está por volta de R$20, cada livro (sim, eu vi no sebo do centro de SP).

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Quanto a edição em si, posso dizer que estou muito descontente com a ROCCO. Os livros são muito fininhos, especialmente se comparados á edição normal de HP, o que significa letras pequenas sem espaçamento duplo. Somem isso ao fato de ter sido impresso em papel branco convencional, e a leitura provavelmente se tornará um terror (bem, não, porque ler HP nunca será um terror). Para vocês terem uma ideia, o primeiro livro, “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, tem 223 páginas.

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Quanto á capa, ela é linda, com Harry Potter escrito em dourado texturizado e trazendo uma ilustração simples, sem fundo, em cada livro. Cada capa possui uma cor. Minha capa preferida é a em tom de fúcsia, “Harry Potter e a Ordem da Fênix”. Foi a ilustração que eu mais gostei também. E outra coisa, pelo menos nessa edição HP tem orelhas. (O mínimo, certo?!)

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Quanto aos outros livros, a primeira coisa que me surpreendeu foi como eles são finos! O mais grossinho deles é “Os contos de Beedle, o Bardo” e ele possui 107 páginas, quase da espessura do 1º HP. OS outros possuem cerca de 60 páginas. Quanto ao papel, também é papel branco, no entanto, parece qua a qualidade da impressão e diagramação do texto é melhor neles do que HP.

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O meu preferido até o momento, já que eu ainda não os li, é o “Os Contos de Beedle, o Bardo”. Sua edição é bem feitinha, sua capa é texturizada em alto relevo e possui orelhas. Cada página é decorada com arabescos de rosas e está cheio de ilustrações da própria J.K.Rowling, lindas, rachuradas.

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A entrega chegou rápido e, excepcionalmente, os livros não vieram estragados (Sim, o Submarino estraga os livros. Eles não possuem cuidado algum). No entanto, a caixa chegou tão detonada que o vídeo que eu pretendia gravar abrindo-a não ia ficar legal.

No mesmo dia, o Submarino também estava fazendo promoção dos DVDs. Todos os oito por R$60. Infelizmente, meu dinheiro não me deixou comprar. Com certeza, marcarei a data no calendário para, no ano que vem, comprá-los, caso haja novamente a promoção.

Aproveitando o post, foram anunciadas as novas capas da edição comemorativa de HP, com um box lindo. Agora, quem sabe mais pra frente, não?!

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Para Ler #13: A Mediadora: A terra das sombras

a mediadoraSuzannah Simon tenta ser uma adolescente comum. Só há um pequeno porém: ela é uma Mediadora. Ou seja, ela enxerga e conversa com fantasmas e sua função é ajudar aqueles que, por algum motivo, ainda estão presos nesse mundo a passar para o outro plano espiritual. Porém, agora ela irá começar uma nova fase em sua vida. Sua mãe acaba de se casar e ela terá de se mudar para a Califórnia. Em sua nova casa, Suzanna acaba por encontrar um fantasma; um lindo e belo fantasma que mora em seu quarto. Agora ela terá que conciliar sua nova vida com a vida de uma Mediadora e ainda tentar resolver a situação com Jesse.

Adoro a Meg Cabot. Acho que ela sabe escrever para várias idades. Uma das minhas séries favoritas de Chic-lits é justamente “Garoto”. Em A Mediadora, Meg nos apresenta ao estilo de protagonista que eu mais gosto: Forte, ativa, que não fica esperando as coisas acontecerem sentada.

— Se está pensando — interferiu Heather com sua vozinha ranhenta — que eu vou ficar aqui de braços cruzados deixando que você entregue o meu armário a esta perua…

— Se me chamar de vagabunda mais uma vez, coisinha, vai passar o resto da eternidade dentro deste seu armário — avisei.

Heather me olhou sem a mais leve sombra de medo. — Perua — disse então, esticando bem a palavra.

Eu a acertei tão rápido que ela nem viu o meu punho chegando. Foi um murro tão forte que ela saiu rolando pelos armários enfileirados, fazendo mossa nas portas. Foi cair de cara lá adiante no piso de pedras, mas um segundo depois já estava de pé novamente. Eu esperava que ela revidasse, mas em vez disso Heather deu um gemido e saiu correndo pelo corredor. “Não é de nada”, falei, mais para mim mesma.

Acho que a Suzannah é o que faz dessa série boa. Ela faz as coisas acontecerem, a história correr, ter ritmo. Aliás, quanto ao ritmo, o livro possui um muito bom. Em duas horas eu já havia devorado a história e estava seguindo em direção  à continuação.

Meg ainda soube misturar muito bem ação, aventura e uma pontinha de romance, o que faz da obra a ideal para o público juvenil.

Esse é o primeiro livro da série A Mediadora, que no total, possui 6 livros.

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