Viciadas em Séries #9: Criminal Minds

criminal minds

Uma equipe de elite de profilers trabalha para a BAU, a Agência de Análise Comportamental do FBI. Juntos, eles analisam o perfil e caçam os piores monstros dos EUA, enfrentando ao longo do caminho desafios e problemas pessoais.

Criminal Minds é uma das minhas séries preferidas. Imaginem: mistura drama policial, FBI e psicopatas. Sim, psicopatas! Como se eu não me interessasse pelo assunto. (Lembram-se das resenhas de Dexter e Hannibal?)

As histórias apresentadas são muito boas, principalmente as análises, e a cada episódio um novo caso é desvendado. Depois de assistir alguns episódios dessa série, você começa a acreditar que monstros realmente existem e eles estão entre nós, disfarçados de humanos.

Todo episódio inicia e termina com uma citação, que se relaciona com o caso a ser narrado. Já usaram C. S. Lewis, Oscar Wilde, Edgar Allan Poe, Dalai Lama, etc. Da hora, não?

A série já possui 8 temporadas e a 9ª começou a ser produzida. Ao longo dos anos, seu elenco se modificou algumas vezes. Devo dizer que fiquei muito triste com a saída de Emily e que a Dra. Blake, que entrou em seu lugar na 8ª temporada, não me convenceu nem um pouco. No entanto, fico feliz que meus personagens favoritos, o Dr. Reid  e o Agente Morgan, ainda continuam lá.

Para quem se interessa por histórias de psicopatas e serial-killers, assim como eu, não há seriado melhor.

4,5

Anúncios

Viciadas em Séries #8: The Closer

the closer

Brenda Leigh Johnson é a nova Delegada Chefe de Polícia de Los Angeles, e acaba de se mudar de Atlanta. Brenda fica encarregada de comandar a Divisão de Homicídios Prioritários da L.A.P.D. Em sua jornada, além de resolver crimes graves, por ser “de fora”, terá de conquistar o respeito de seu esquadrão. Brenda não se satisfaz com acordos, e busca sempre justiça às suas vítimas, conseguindo uma confissão dos acusados, sua especialidade.

Esse Viciada em Séries, por si só, já é um pouco diferente. Isso porque, The Closer, que chegou ao Brasil sob o título de Divisão Criminal, já acabou. No entanto, é uma série tão boa, minha favorita, que até hoje continuo assistindo, literalmente, e precisava dividir isso aqui com vocês.

Creio que o grande diferencial dessa série, para mim, está em três fatores. Primeiramente, a Brenda, que com seu jeito impetuoso sempre busca justiça a qualquer preço; segundo, a construção das personagens, todos são muito bem construídos e passam a ser fundamentais na história; e terceiro, a narração. A narração desse seriado é algo que, novamente, na minha opinião, é um pouco incomum em séries policiais.  Isso porque, raramente, a própria “Delegada” fica sabendo mais pistas que o telespectador. A maneira como se dá o desfecho dos episódios é realmente impressionante. Muitas vezes, tenho a impressão de saber o mesmo tanto que os detetives.

Disse aí em cima que o primeiro diferencial é a personagem principal. Com certeza, o que Brenda faz para conseguir uma confissão é um chamariz de audiência. Além disso, ela não teme chegar até as últimas consequências. Sua construção irônica e sarcástica, junto com seu jeito de durão de comandar seu subordinados, além de ser a “filhinha dos papais” dão toda uma essência à personagem. É aquela personagem que você está resoluto que criou asas e voou sozinha; que possui seu próprio temperamento e vontades. Tal é interpretada pela ótima Kira Sedgwick, que por curiosidade, é casada com o ator Kevin Bacon.

The Closer teve sete temporadas e deu origem á uma spin-off, intitulada Major Crimes, que abordarei em uma outra oportunidade.

5

Viciadas por Séries #4: Castle

castle-tv-show1-1

Richard Castle é um autor de mistérios best-seller que acaba de matar seu principal personagem, a galinha dos ovos de ouro, “Derreck Storm” e, portanto, está passando por uma “crise de inspiração.” É, então, que mortes estranhas começam a acontecer; mortes que seguem as características dos livros de Castle. Há um imitador! Deste modo, Rick começa a ajudar (leia-se azucrinar) a Det. Becket na busca e prisão de tal serial killer. Mas, será que não é justamente o que Castle precisa para sua inspiração? “Uma rígida mas adorável detetive”?

“Castle”, atualmente, já terminou sua 5ªtemporada e uma sexta está confirmada. A 1ª temporada só possui 10 episódios, mas devido ao sucesso da série, as seguintes passaram a ter 23/24 por temporada.

Adoro esta série, que segue a mesma linha de “Bones”, mas ao meu ver, superou e muito esta. Isso porque, “Castle” possui um pé cômico, episódios tensos que sempre deixam um gostinho de “quero mais” e ambos os protagonistas, Castle e Becket, foram bem construidos, com mistérios em seus passados. Lembram-se que mencionei que “Bones” desejou a desejar por “perder o timing” para os protagonistas? Isso não acontece em Castle, o que faz com que os personagens evoluam e lidem com novas situações, saindo daquela mesmice.

A única coisa é que adoro o Det. Ryan e o Det. Esposito, e por isso, exploraria um pouco mais eles na série.

4,5

Viciadas por Séries #1: Bones

BONES

A  Dra. Temperance “Bones” Brennan é uma das mais conceituadas Antropologistas Forenses dos Estados Unidos e, em conjunto com a sua equipe de cientistas do Instituto Jeffersonian, auxilia o FBI na investigação de casos envolvendo restos mortais. Designado para tais casos, enquanto o Agente Especial Seeley Booth tem de aprender a lidar com Bones e seu esquadrão de “squints”, Temperance começa a rever sua forma de interpretar e tratar as pessoas, pois é possuidora de uma grande incapacidade social. Os motivos e razões de tal incapacidade são revelados com o decorrer da série, sempre deixando um gostinho de quero mais.

Bones era uma das minhas séries preferidas (e continua sendo, confesso!) porém sinto que em alguns momentos deixou a desejar, principalmente com o ritmo do desenrolar da história. Parece que em alguns momentos a “paixão” entre Seeley e Bones perdeu o momento certo, sabe? Se tornando por vezes enrolativa…

No final da Sexta Temporada, Emily Deschanel, a intérprete de Bones, ficou grávida e a história precisou dar uma acelerada triunfal, e mais uma vez sinto  que os roteiristas perderam o ritmo da coisa, porém é compreensível, afinal eles precisavam contornar a situação de algum modo.

Mesmo sendo tão enrolativo, é bonitinho ver a química entre Bones e Booth e até hoje me divirto assistindo.

4