Para Ler #16: Diário de um Banana

GRD_217_Diário_BananaGreg é o filho do meio de uma típica família americana e acaba de ir para o Ensino Fundamental (6ª série nos EUA). Tem de, então, conviver com todos os tipos de garotos, “onde fracotes subdesenvolvidos dividem os corredores com garotos que são mais altos, mais malvados e já se barbeiam”.

Entre conviver com sua família, encarar o ensino médio e ser amigo de Rowley, a vida de Greg se enche de aventuras, que ele narra nesse diário.

Gosto muito do Diário de um Banana, acho que as aventuras narradas por Greg o tornam um livro perfeito para o público juvenil, principalmente àqueles que ainda frequentam a escola. No entanto, se você, assim como eu, já passou dessa fase, irá se divertir do mesmo jeito.

As situações em que Greg se mete são todas muito engraçadas, você se mata de rir. Além disso, a narração, que é feita pelo personagem principal, consegue estampar bem as características de nosso “herói improvável”, deixando a história ainda mais cômica:

Em primeiro lugar, quero esclarecer uma coisa: isto é um LIVRO DE MEMÓRIAS, não um diário. Eu sei o que diz na capa, mas, quando a mamãe saiu para comprar essa coisa, eu disse ESPECIFICAMENTE que queria um caderno sem a palavra “diário” escrita nele.

Ótimo. Tudo que eu preciso é que um idiota me pegue com este livro e entenda errado.

A outra coisa que quero esclarecer agora mesmo é que isso foi ideia da minha MÃE, não minha. Mas se ela acha que vou escrever meus “sentimentos” aqui ou coisa do tipo, ela está louca. Então, só não espere que eu seja todo “Querido Diário” isso, “Querido Diário” aquilo.

Creio que o grande diferencial da obra seja justamente esta narração. Já li antes vários livros em formato de Diário, mas nunca antes um que fosse escrito (narrado) por um menino. Portanto, realmente, não há nele “Querido Diário isso, Querido Diário aquilo”, e por isso, não encontramos exacerbação de sentimentos, ou situações adolescentes femininas, tornando este um livro diferente do resto do gênero.

Quanto ao estilo de narrativa, ela é bem clara e sucinta, como um garoto da idade de Greg se comunica. Entre trechos de escrita, há vários desenhos, que contribuem para a dinâmica de leitura e que torna mais fácil a visualização da história.

Uma vez vi uma entrevista do autor, Jeff Kinney, para o Fantástico, e ele declarou que suas ideias surgiam de aventuras que ele, ou seus amigos, ou algum conhecido, viviam, e acredito que, por essa razão, dão toda uma veracidade para o livro, como no caso da pegadinha aí em cima. Demais! Ainda quero fazer ela com alguém.

A minha edição é a edição econômica da Editora Vergara & Riba. Para vocês terem uma ideia, comprei ela enquanto via aquele outro folheto da Avon, o Moda & Casa. Fazer o quê… Vida de viciada em livros é assim mesmo…

A capa é molinha e o papel é daquele branco. Já peguei a edição tradicional na mão nas livrarias e a capa é dura, dando um aspecto de diário mesmo ao livro. Fora isso, creio que essa edição não atrapalhe em nada a leitura. Além do mais, paguei somente R$ 15 por ela e valeu super a pena.

Tenho também o volume 2: Rodrick é o Cara e já assisti ao filme e também achei muito bom. Esperem, em breve, resenhas.

5

Filme: Chocolate (2000)

5788_shokolad_or_chocolat_1280x1024_(www.GdeFon.ru)Confesso que assisti esse filme graças ao meu querido e amado Johnny Depp há muito tempo atrás. Mas revi agora, quando a Netflix me indicou (as indicações da Netflix não fazem sentido =X). Realmente conseguimos perceber mais detalhes revendo um filme.

O filme retrata uma mulher que é mãe solteira: Vianne Rocher (Juliette Bonoche). Vianne tem uma filha de seis anos e é praticamente nômade, passando de cidade em cidade. Quando chegam a cidade de Lansquenet-sous-Tannes, no interior da França se depara com algumas dificuldades. Lá, abrem uma loja de chocolates bem no período da quaresma, tendo problemas com os fiéis. Também não frequenta a igreja e é mal falada por todos. Vianne é uma mulher corajosa e não teme à bocas alheias.

Infelizmente só tem em inglês =(

O filme consegue mesclar a chocolaterie e seus processos e suas gostosas produções com a história de Vianne que está entrelaçada com esse mundo do chocolate. O personagem de Johnny Depp aparece depois da metade do filme interpretando Roux, um pirata músico andarilho que acaba por parar na cidade e também é repugnado pelo povo.

O filme foi adaptado do livro de Joanne Harris (agora o segundo na minha lista de compras, depois de As Regras da Casa de Sidra). Ele expõe questões interessantes, principalmente dos que não seguiam a religião católica décadas atrás. E também de como a política influencia na religião (atualmente acho que ocorre com mais o contrário). Mas eu realmente gostava mais desse filme quando vi pela primeira vez. Não sei se perdeu a graça por lembrar de algumas partes mas houve uma pequena decepção. Apesar de ter uma fotografia maravilhosa e ter a gostosura do Johnny Depp Chocolate, algum tempo atrás ganharia 5 estrelas, mas hoje ganha:

4

Domingo é dia de… Música \o/ #16 – Paramore

Conhecemos Paramore quando seus clipes e músicas ainda faziam sucesso apenas no exterior. No começo, até há um estranhamento por ser UMA vocalista, porém esse é o diferencial da banda. Hayley Willians tem muito estilo e canta muito bem. Acredito que o som da banda veio mudando, assim como acontece com a maioria, porém ainda prefiro as primeiras músicas. Coloquei uma música de cada álbum na ordem para perceber a diferença.

Primeiro Álbum – All We Know Is Falling (2005) – Emergency

Segundo Álbum – Riot! (2007) – Misery Business

Terceiro Álbum – Brand New Eyes (2009) – The Only Exception

Quarto e o mais novo Álbum – Paramore (2013) – Now

Viciadas em Séries #10: The Walking Dead

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Rick Grimes é o sheriff de uma pequena cidade. Enquanto participa de uma perseguição policial, é baleado e entra em coma. Quando acorda do longo período de sua inconsciência, o mundo está um local completamente diferente: os mortos vivem! Agora Rick terá de aprender a viver nessa nova realidade e manter sua família a salvo.

The zombies are coming… Brains… Brains…

No viciada em Séries anterior, reafirmei meu interesse por psicopatas, não?! Acontece que outro de meus interesses é o Apocalipse Zumbi! Já li tantos livros sobre o assunto que, provavelmente, se ocorresse tal epidemia, não morreria tão rápido. Hahá! As vezes fico até brincando com a Ju: “No caso de uma invasão zumbi, faça isso; faça aquilo, etc”. Loucura, não? Portanto, quando tomei conhecimento dessa série, não pude deixar de assistir.

E, no início, até que gostei bastante dela, mas depois… Parece que as coisas começaram a desandar. Algumas mortes e situações foram tão, mas tão forçadas para mim que chegou a me dar raiva e até me decepcionar um pouco. O final da segunda temporada, então… Arrgh! O que foi aquilo?

Parece que a ideia dos roteiristas é mais ou menos assim: “Faça eles sobreviverem por hordas e hordas de zumbis; faça eles morarem por meses a fio em um lugar seguro. Alguém precisa morrer? Simples, um zumbi é o suficiente para matar todo o grupo!” WTF??? Algumas mortes foram simplesmente RIDÍCULAS!

Sei que TWD é baseada na HQ americana, porém, nunca tive interesse de lê-la. Já os livros, “The Walking Dead: O Caminho para Woodbury” e “The Walking Dead: A Ascensão do Governador”, com certeza os lerei. É só deixar o Submarino fazer uma boa promoção… (e eu ter dinheiro, é claro u.u)

TWD possui 3 temporadas e a quarta já está sendo produzida. Sua estreia está prevista para o dia 31 de Outubro de 2013, o dia das bruxas.

4

Para Ler #15: Jogos Vorazes, a trilogia

livro-box-trilogia-jogos-vorazes-3-volumes-novo-lacrado_MLB-O-3991441103_032013“Após o fim da América do Norte, uma nova nação chamada Panem surge. Formada por doze distritos, é comandada com mão de ferro pela Capital. Uma das formas com que demostra seu poder sobre o resto do carente país é com Jogos Vorazes, uma competição anual transmitida ao vivo pela televisão, em que um garoto e uma garota de doze a dezoito anos de cada distrito são selecionados e obrigados a lutar até a morte!

Para evitar que a sua irmã seja a mais nova vítima do programa, Katniss se oferece para participar em seu lugar. Vinda do empobrecido Distrito 12, ela sabe como sobreviver em um ambiente hostil. Peeta, um garoto que ajudou sua família no passado, também foi selecionado. Caso vença, terá fama e fortuna. Se perder, morre. Mas para ganhar a competição, será preciso muito mais do que habilidade. Até onde Katniss estará disposta a ir para ser vitoriosa nos Jogos Vorazes?” *

Quem me conhece sabe que adoro distopias, e antes mesmo que a modinha começasse (com Jogos Vorazes, aliás), já havia lido alguns livros a respeito do tema, como 1984 (George Orwell). Por isso, quando tomei conhecimento da sinopse do livro, tive de lê-lo.

No início, achei-o muito parecido com uma obra que já havia lido anteriormente, o Mangá Battle Royale. Porém, quando li os outros dois livros da trilogia, compreendi que havia um grande diferencial no que Suzanne Collins nos apresenta: ela reconta nossa história.

E digo, e acredito, nisso, porque há várias características que estão presentes no livro que podem ser encontradas em nossa sociedade ou sociedades de um passado não tão distante assim, como, por exemplo, a fome, a miséria, a dominação dos meios de informação, o medo de revolta, ditaduras, reality shows como manipuladores de informação, etc. Não é preciso pensar muito para perceber o que digo. As ditaduras militares, a guerra fria, a primavera árabe, e até mesmo as recentes manifestações no Brasil (conhecidas como revolta do vinagre, se você não está entendendo o que estou dizendo), em que manifestantes gritavam palavras de protestos contra emissoras de TV, estão, de uma forma ou outra representadas no livro.

E, novamente afirmo, é esse o grande diferencial do livro. Porque é impossível um livro fugir a época em que foi escrito, no entanto, pouquíssimos livros que são destinados ao público juvenil nos apresenta de forma tão crítica e sutil essa perspectiva da sociedade.

Sei que muitos que leram o livro não pararam para pensar nisso. Muitos apenas se focaram no triângulo amoroso, ou então no derramamento de sangue, todavia, se ao menos uma parcela dos leitores refletiram sobre o tema, já é um avanço. Ultimamente, ando muito chateada com os livros juvenis, principalmente os chamados Young Adults, pois poucos são aqueles que realmente passam algum conteúdo. Sei que nem todos os livros são feitos para informar, alguns possuem somente a função de divertir, porém, o que esperar no futuro de uma juventude que só se preocupa em achar (ler) o “príncipe encantado”? Querendo ou não, livros são formadores de opinião e podem influenciar no decorrer do mundo.

Já citei aqui que um dos meus seriados favoritos é The Closer. Na segunda temporada, Brenda encontra um agente da CIA que faz a seguinte declaração:

— Estranho não é? Nossos inimigos nunca mudam. Na Segunda Guerra Mundial recitavam “Mein Kampf” enquanto colocavam as pessoas nas câmaras de gás… E na maior parte da minha vida profissional, atiravam na sua nuca, em nome de Marx e Engels. Agora usam inapropriadamente o Alcorão. As mesmas pessoas. Livros diferentes.

Portanto, na minha opinião, o mérito de Jogos Vorazes se encontra em não ser somente mais uma história bobinha para adolescentes, feita para vender.

E talvez, por isso, que essa seja uma resenha incomum, porque falo de três livros ao mesmo tempo. É que seria impossível dar o enfoque que estou dando até agora se falasse deles separadamente. A autora aborda a sociedade e a revolução nos três livros. Desde o momento em que é somente uma fagulha, até que ela explode.

Acima citei a “Revolta do Vinagre”. O segundo livro possui um trecho que representa bem, para mim, aquilo que ocorreu no Brasil nas últimas semanas:

Esperamos os outros voltarem, mas quando os elevadores se abrem, apenas Haymitch aparece.

— Está uma loucura lá. Todo mundo foi mandado para casa e eles cancelaram a reprise das entrevistas na televisão.

Peeta e eu saímos correndo em direção à janela e tentamos entender a agitação nas ruas.

—  O que estão dizendo? — pergunta Peeta. — Eles estão pedindo que o presidente pare os Jogos?

— Acho que nem eles mesmos sabem o que pedir. A situação toda é inédita. Até a ideia de se opor à agenda política da Capital é uma fonte de confusão para as pessoas aqui — diz Haymitch.

E creio que representa bem porque as pessoas foram às ruas sem saber ao certo pelo que pleitear. Sem saber se era possível isso, pois já há tanto tempo tempo não ocorria um movimento desse gênero, que ele ficou “adormecido na memória” (“O Gigante não está mais adormecido”, lembram?)

Agora, quanto ao que sempre comento dos livros (personagens, narração, ritmo, etc.)

Devo começar dizendo que a tradução da Rocco está uma BOSTA! Desculpem-me o palavreado, mas é a mais pura verdade. Está tão ruim que eles próprios readaptaram termos do primeiro para o segundo livro e destes para o terceiro. “Katniss, a Garota Quente”… Tsc, tsc…

Quanto aos personagens, adorei que, finalmente, apareceu nos livros juvenis uma protagonista que toma as rédeas da situação para si, que não se desmerece em favor de seus pares românticos e que tem atitude. Já havia dito na resenha de A Mediadora que a Suzannah era uma das melhores partes. Acontece que a Katniss é  muito mais altiva, independente, e sinceramente, já estava cansada de esperar uma personagem assim nos livros juvenis (Novamente o meu descontamento aparecendo…)

A narração, para mim, em conjunto com os recursos estilísticos, foram muito bons. Em alguns momentos, você sente a história “correr” mais rápido ou mais devagar, mas mostra justamente, aquilo que ocorre com a Katniss: momentos em que ela tem de lutar de forma feroz para sobreviver, momentos em que ela sente que não pode fazer nada para mudar a situação.

Nunca disse isso antes aqui, entretanto, toda vez que avalio um livro, avalio como se fosse seu público alvo, mesmo que eu não seja. Sei que existem distopias muito melhores, algumas até foram utilizadas para influenciar guerras, por exemplo (é verdade, principalmente a imagem do Comunismo/Socialismo na Guerra Fria), mas tais obras não são destinadas ao público juvenil. Jogos Vorazes aborda o que pode para destinar a obra para tal público. E, por isso, nada mais justo do que merecer nota 5.

Já vi o filme (principalmente porque agora  tem na Netflix) a Netflix removeu o filme e também possuo uma bitola da onde a autora se inspirou para nomes, números e algumas características da sociedade. Quem sabe algum dia não conto pra vocês, certo? ^.~

5

*Sinopse retirada da aba do volume 1

Filme: Regras da Vida (1999)

las_normas_de_la_casa_de_la_sidra_1999_3Baseado no livro The Cider House Rules (no Brasil As Regras da Casa de Sidra, que foi lançado pela Rocco esse ano). Não li o livro para compara-los, mas fiquei com muita vontade pena que tá uma fortuna. Acho que a primeira coisa que se repara é como o Tobey Maguire de homem aranha está novo.

Bom, o filme conta a vida de Homer Wells (Tobey Maguire). A história se passa no século XX. Homer nasceu e cresceu em um orfanato, depois de ser devolvido duas vezes pelas famílias adotivas. Dr. Wilbur Larch, diretor e médico do orfanato, tem um apego muito grande por Homer. Homer aprende todos os ensinamentos médicos de Wilbur mesmo sem ter ido à escola, porém não aceita seguir a profissão que “não foi a sua escolha”. Homer decide deixar o orfanato e tentar aprender na marra as regras vida.

O filme aponta várias questões um tanto quanto polêmicas. A primeira e mais impactante é a questão do aborto. Na clínica de Dr. Wilbur Larch (Michael Caine) há vários procedimentos de aborto, segundo o médico a mulher deve escolher se deseja ou não ter o filho, e se escolher não tê-lo, fará o procedimento para abortar o feto em lugares que não seguros para sua saúde. Então, é melhor fazer em uma clínica idônea, com os cuidados necessários. Nos Estados Unidos, atualmente todos os tipos de aborto são liberados. Confesso que esse é um assunto delicado, cada pessoa tem uma opinião diferente sobre o tema, mas assistir esse filme dá mais um ponto de vista sobre o tema.

Além do aborto, o filme retrata também o caso do incesto (quando uma pessoa tem um filho de um parente). Outra coisa que podemos reparar é que Dr. Larch é viciado em éter.

Um assunto menos polêmico é a questão de ser um profissional por experiência, sem qualquer tipo de estudos formais. O que aconteceu com Homer foi que havia uma necessidade de uma assistência no hospital, e Dr. Wilbur lhe passou os ensinamentos. Em um momento, Homer não queria mais fazer isso, ele queria conhecer o mundo, ter suas próprias escolhas e decisões. Acaba optando por sair do orfanato de forma abrupta. Depois percebe que está preso ao passado.

Eu realmente gostei muito do filme, apesar de ser considerado dramático, não é o tipo de filme que faz você chorar. A história decorre bem, e apesar de ser longo, não há desfoques e todos os assuntos são amarrados. Esse filme ganhou os Oscars de Melhor Ator Coadjuvante (Michael Caine) e Melhor Roteiro Adaptado, além de ter sido indicado em outras 5 categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Edição, Melhor Direção de Arte e Melhor Trilha Sonora.

5

Bate Papo Literário: Então… Comprei Harry Potter =D

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Sei bem que Harry Potter fez (e ainda faz) parte da infância de muita gente, no entanto, talvez por ter começado a ler a série mais velha que a maioria, nunca me senti extremamente ligada a ela. O resultado disso é que até hoje eu não tinha os livros de HP. Isso mesmo, TINHA, no passado, pois graças a uma promoção do Submarino, finalmente os comprei.

Dia 31/07 foi o aniversário da J.K.Rowling, e assim, o Submarino fez uma promoção de 24h, onde os sete livros da 2ª edição, essa de capa branca, mais os livros “Quadribol através dos Séculos”, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” e “Os Contos de Beedle, o Bardo” saiam todos por R$99,90, todavia, caso a compra fosse realizada através de boleto bancário, opção que fiz, o total se reduziria á R$87,91. Ou seja, foi uma ótima compra e saiu muito barato: 10 livros por R$87, praticamente R$9 por livro! Principalmente se levarmos em conta que nos sebos, essa edição está por volta de R$20, cada livro (sim, eu vi no sebo do centro de SP).

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Quanto a edição em si, posso dizer que estou muito descontente com a ROCCO. Os livros são muito fininhos, especialmente se comparados á edição normal de HP, o que significa letras pequenas sem espaçamento duplo. Somem isso ao fato de ter sido impresso em papel branco convencional, e a leitura provavelmente se tornará um terror (bem, não, porque ler HP nunca será um terror). Para vocês terem uma ideia, o primeiro livro, “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, tem 223 páginas.

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Quanto á capa, ela é linda, com Harry Potter escrito em dourado texturizado e trazendo uma ilustração simples, sem fundo, em cada livro. Cada capa possui uma cor. Minha capa preferida é a em tom de fúcsia, “Harry Potter e a Ordem da Fênix”. Foi a ilustração que eu mais gostei também. E outra coisa, pelo menos nessa edição HP tem orelhas. (O mínimo, certo?!)

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Quanto aos outros livros, a primeira coisa que me surpreendeu foi como eles são finos! O mais grossinho deles é “Os contos de Beedle, o Bardo” e ele possui 107 páginas, quase da espessura do 1º HP. OS outros possuem cerca de 60 páginas. Quanto ao papel, também é papel branco, no entanto, parece qua a qualidade da impressão e diagramação do texto é melhor neles do que HP.

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O meu preferido até o momento, já que eu ainda não os li, é o “Os Contos de Beedle, o Bardo”. Sua edição é bem feitinha, sua capa é texturizada em alto relevo e possui orelhas. Cada página é decorada com arabescos de rosas e está cheio de ilustrações da própria J.K.Rowling, lindas, rachuradas.

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A entrega chegou rápido e, excepcionalmente, os livros não vieram estragados (Sim, o Submarino estraga os livros. Eles não possuem cuidado algum). No entanto, a caixa chegou tão detonada que o vídeo que eu pretendia gravar abrindo-a não ia ficar legal.

No mesmo dia, o Submarino também estava fazendo promoção dos DVDs. Todos os oito por R$60. Infelizmente, meu dinheiro não me deixou comprar. Com certeza, marcarei a data no calendário para, no ano que vem, comprá-los, caso haja novamente a promoção.

Aproveitando o post, foram anunciadas as novas capas da edição comemorativa de HP, com um box lindo. Agora, quem sabe mais pra frente, não?!

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