Canais de Cozinha e Gastronomia que eu sigo

Tem muito conteúdo legal no Youtube né? Separei os canais de cozinha/comida/gastronomia que eu vejo e sigo. Sabe o que é engraçado, eu que sou da área não tenho muitas inscrições nos canais de cozinha, geralmente quando assisto o youtube vejo vídeos de moda, beleza e comportamento, além de vlogs. Escolhi 3 canais que considero profissionais, que utilizam mais técnicas de cozinha e tem um conteúdo um pouco mais avançado, e 3 canais mais amadores, onde são pessoas normais que gostam de cozinhar e mostrar à todos.

Profissionais

1 – Cozinha Bossa & Malagueta

Um dos meus canais favoritos, possui muita coisa de confeitaria. A Dani passa muitas técnicas e receitas muito boas. Fico com água na boca cada vídeo que assisto. Separei uma das receitas mais queridinhas e chatinhas de fazer.

2 – Gastronomismo

Adoro tudo nesse canal se fosse fazer um canal no youtube sobre gastronomia seria desse jeitinho. Adoro principalmente os cenários escolhidos e as receitas executadas. Tudo super escolhido a dedo. Separei um drink muito bom, que eu fiz e aprovei, super harmonioso e gostoso.

3 – Dulce Delight

A Raiza é brasileira que vive nos Estados Unidos e tem um canal super legal de cozinha, principalmente confeitaria. Ela também faz dublagens dos seus vídeos, o que eu acho super engraçado para quem não sabe inglês. O curioso é que meu inglês é bem ruim, mas consigo entender o que ela está falando em inglês, hahaha. O cenário é super bonitinho, tudo em candy colors. Separei a receita de um rocambole todo confeitado, super lindo. ❤

Amadores

1 – Brogui

Quem nunca pesquisou uma receita e encontrou um vídeo do brogui? Vi o Ana Maria Brogui desde o primeiro episódio, e engraçado como consigo ver a evolução do Caio. Antes não tinha nenhum equipamento e agora esbanjando, rsrsrs. Muitas das receitas que ele faz são marcas conhecidas no mercado. Separei o do yakult, porque todos querem um yakult de dois litros né. O Caio também vai ao programa Mulheres na Gazeta, sempre que posso assisto.

2 – Rolê Gourmet

Também foi um canal que vejo desde o primeiro episódio. O PC foi genial em chamar o Otávio e criar esse canal. Confesso que assisto mais pelas besteiras faladas do que as receitas. Tem bastante gente famosa que vai fazer receitas com eles. Separei o vídeo com participação da Bruna Vieira, do Depois dos Quinze

3 – Fabi Santina – Brincando de Ana Maria

Agora que vejo que sou viciada no youtube. Também vi os primeiros vídeos da Fabi, graças a Nina, sua irmã. A Fabi fala mais sobre compras, moda, tags, mas também faz algumas receitas bem legais.

Espero que acompanhe meus canais favoritos.

 

 

Primeiras Impressões: Lanchonete da Cidade

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Já tinha ouvido falar da lanchonete da cidade pois faz parte da Companhia Tradicional de Comércio, uma rede que possui várias marcas de bares e restaurantes espalhados por São Paulo, mas nunca tínhamos ido em nenhuma das casa. Então, resolvemos conhecer a Lanchonete da Cidade,  uma lanchonete bem bonitinha com sofás que dão um ar retrô, que fica no centro de São Paulo. Sabe aqueles lugares fofos pra encontrar amigos, namorado (a), familiares, a Lanchonete é bem assim, um ambiente descontraído onde conseguimos colocar o papo em dia.

Lá, o cardápio é principalmente de hamburgers e cachorros- quente. Pedimos o mini-bombom (R$15,50) , que é nome dado ao hamburger clássico, que vem 110 g de carne e molho de tomate fresco, e que você acrescenta os complementos (por volta de R$5 cada): queijo da casa, ovo frito, salada paulista, maionese, cebola na chapa, queijos especiais, bacon e omeletinho. O lanche bombom original (R$ 23,50) vem com 220 g de carne. O lanche é muito gostoso e o molho de tomate é sensacional (amei <3) e vem embrulhado como um bombom. Eu acrescentei bacon (R$5), e uma coisa negativa é que o meu bacon estava duro, não dava nem pra morder e até caiu e foi parar debaixo da mesa (#mico), e a Vivi acrescentou queijo da casa (R$5). O sabor é muito bom e você escolhe o ponto da carne (apesar de achar que não veio de acordo), achei muito melhor do que o The Fifties.

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Para acompanhar pedimos uma batata rustica (R$15,5o), que são batatas fatiadas e fritas acompanhadas de alho cozido e ramos de alecrim. São bem gostosas e crocantes(achei até crocante demais =x) e ganhou como a melhor batata de São Paulo, segundo algum lugar que não lembro mais. Para beber eu pedi um suco (R$ 8) de abacaxi com capim limão e mel e a Vivi pediu um suco de laranja com frutas vermelhas. Mas lá também tem chopp se gosta de beber. Pra estacionar lá tem serviço de valet e vários estacionamentos perto. Também tem wifi, é só pedir a senha aos garçons.

O atendimento é excelente também. O garçom pergunta se o ponto da carne veio certo e não tivemos problemas em relação a isso. Aceita cartão de crédito e vale alimentação (ticket restaurante). Vale a pena. O preço é meio salgado, mas compensa pela comida e atendimento.

4,5

Lanchonete da Cidade – Alameda Tietê, 110, Jardins – São Paulo.

Para Ler #26: O Mistério do Chocolate

Misterio do chocolateHanna Swensen tem 29 anos, solteira, e é uma confeiteira de mão cheia. Sua loja “Jarro de Cookies” não poderia estar indo melhor, mesmo na pequenina e tranquila cidade de Lake Eden, onde só fica cheia no verão. Um belo dia, enquanto Hanna se preparava para abrir a Jarro de Cookies, descobre o entregador de leite, Ron LaSalle, morto nos fundos de sua loja, ainda com seus cookies na boca! Assim, para ajudar seu cunhado a resolver tal mistério, Hanna adicionará mais uma ocupação em seu tempo: detetive amadora!

Vocês devem ter visto neste post que não faz muito tempo que comprei esse livro. A melhor coisa dele, para mim ao menos, é seu ritmo de leitura muito rápido; em duas tacadas já havia terminado. Isso foi muito importante porque, com as provas, trabalhos e fim de ano, não pude ler por quase um mês (!) e, finalmente, quando pude ler de novo, pareceu que eu tinha perdido o meu ritmo natural. Portanto, para quem está com dificuldades, assim com eu estava, e quer um livro rápido para ler, este é ideal.

Quanto à história em si, ela é bem construída. Aos poucos vamos sabendo mais da vida da Hanna e dos cidadãos da pacata cidade de Lake Eden. No final, não consegui adivinhar quem era o assassino, apesar de não ter sido aqueeeeela surpresa. Uma das coisas que me deixou meio chateada é que na sinopse a Hanna aparece como uma pessoa irônica e mordaz, o que não corresponde muito bem à visão que tive dela…

Agora, o que REALMENTE me deixou chateada foi o final do livro. Puxa, a Hanna é uma mulher adulta, já entrando em seus 30 anos, não é necessário criar um triângulo amoroso de última hora pro próximo livro, né? Sei lá… Espero isso em livros com uma temática adolescente, não daqueles que se aproximam de chic-lits (apesar de esse não ser um). Odiei, de verdade, essa parte. Para mim, tirou a graça de grande parte do livro depois que li o final… =(

A edição está muito bem feita, com decorações no início dos capítulos e receitas de cookies entre eles. Cada uma parece ser mais gostosa que a anterior e me deu água na boca, huummm =P  Quem sabe a Ju não faz uma pra gente postar aqui e ver se são realmente boas, hein?

A capa é muito bonita (segundo a Ju) e tem efeito metalizado. Talvez por isso fique com marca de dedos a todo momento, o que é bem chatinho de limpar… =/

Acho que esse livro valeu os R$ 7,90 que paguei, e mesmo agora, estando em promoção na Saraiva por R$9,90, no Submarino está custando só R$4,90, já aumentou =( eu o compraria. No entanto, não tenho coragem de pagar R$30 nele, que é o seu preço original. Sua continuação, o Enigma do Morango, está custando RS30 em promoção. Quem sabe, um dia… quando custar menos de 10 reais, eu não o compre? Mesmo assim, não estou desesperada para ler a continuação, como geralmente acontece comigo…

O livro foi feito pela Lua de Papel, um selo da Editora Leya, uma das minhas preferidas =)

3,5

Reestudando Gastronomia #8 – Ponto Nappé

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Quem faz gastronomia jé está de saco cheio de ouvir que a consistência do molho tem que ser nappé (fala-se nappê). Esse termo refere-se a consistências de sopas, emulsões e principalmente molhos.

Para descobrir se está em ponto nappé é fácil, primeiro deve mergulhar uma colher no molho desejado e depois passar o dedo nas costas da colher. O ponto nappé é quando o molho não recobre a parte retirada com o dedo, deve ficar com uma camada fina e translúcida.

Reestudando Gastronomia #7 – Manteiga Clarificada

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A Manteiga Clarificada é usada em preparações onde o ponto de fumaça (ponto de queima) tem que ser maior do que a manteiga normal. Nesse método separamos os sólidos do leite, água e gordura na manteiga.

Para preparar a Manteiga Clarificada basta colocar uma generosa quantidade de manteiga sem sal dentro de uma panela de fundo grosso e levar ao fogo baixo (também chamado fogo simmer), aquecer sem deixar ferver e escumar a espuma que se forma na parte de cima. Pode ser usada na hora ou guardada em geladeira para uso posterior.

Reestudando Gastronomia #6 – Sachet D’Épices

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Sachet d’épices é o nome em francês para saquinho de especiarias. Basicamente se faz um saquinho com perfex ou gaze e enche de ervas e especiarias. Louro, pimenta do reino em grãos, talos de salsa e tomilho são os mais tradicionais. Pode-se acrescentar ainda alho e cravo. Basta amarrar com um barbante longo e fazer a infusão dessas ervas em molhos, fundos, carnes, etc. Deixe a ponta do barbante para fora da panela para facilitar a remoção.

O que é bem legal é que depois não precisa ficar “caçando” as especiarias para não ir ao prato. Basta retirar o saquinho.

Reestudando Gastronomia #5 – Cebola Piquée

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A cebola piquée (lê-se cebola piquê) é utilizada principalmente na preparação do molho béchamel. Basicamente você parte a cebola ao meio na horizontal. Pega uma metade da cebola e vire a parte cortada e reta para baixo. No centro da cebola faça um corte de aproximadamente 3 centímetros. Nesse corte encaixa-se uma folha de louro. E prende-se a folha de louro com 3 cravos da índia. A folha não pode soltar e os cravos devem prendê-la. Essa cebola deve ser fervida na preparação para liberar o seu sabor.