Viciadas em Séries #13 – Orange is the new Black

OITNB_Google+_Cover_JULAssim como House of Cards, Orange is the New Black é uma série original Netflix, porém você encontra facilmente nos torrents da vida. Novamente, essa série exclusiva para a internet, assim como House of Cards, não perde em nada para as outras. E, por ser para a internet, sinto que não há tanta censura quanto haveria se fosse exibida na tv. A série atualmente conta com 1 temporada, 13 episódios. Ela é baseada em fatos reais da autora Piper Kerman.

Orange is the new black retrata a vida de uma presidiária. Piper Chapman fez algumas besteiras quando era jovem (carregou dinheiro de tráfico de drogas para a sua namorada Alex) e graças à isso é condenada a ficar 15 meses em um presidio feminino. Atualmente, muito mais madura, Pipper tem um noivo, Larry, e quer pagar pelos seus erros. Com isso, decide se entregar e cumprir sua pena. 

Piper tem que encarar os desafios de uma penitenciaria, e passa por muitos aflitos, um deles é encarar a ex-namorada na cadeia. No decorrer da série, as principais personagens vão sendo apresentadas, e como elas foram parar ali. A série tenta “humanizar” as pessoas, mesmo sabendo que elas cometeram erros irreparáveis.

Como já disse lá em cima, essa série praticamente não tem censura, retrata crimes, relacionamentos homossexuais, sexo, drogas, abuso e tudo mais que se pode passar um uma prisão. Apesar de nunca ter assistido OZ, Orange is the new black me pareceu uma versão feminina.

O estranho é que o presídio em que Piper está é muito diferente da minha visão de presidio feminino. Lá, elas tem livre acesso á todas as áreas, elas não dormem em celas e sim em espaços com duas camas, tem acesso há ferramentas, livros, atividades como ioga, artesanato, e tudo é feito pelas próprias presidiárias, como: cozinhar, lavar roupas, consertar máquinas. Eu definitivamente não imagino um presidio assim, mesmo porque acho que não rolaria as presas com facas na mão.

Ansiosa para a segunda temporada

4,5

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Viciadas por Séries #4: Castle

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Richard Castle é um autor de mistérios best-seller que acaba de matar seu principal personagem, a galinha dos ovos de ouro, “Derreck Storm” e, portanto, está passando por uma “crise de inspiração.” É, então, que mortes estranhas começam a acontecer; mortes que seguem as características dos livros de Castle. Há um imitador! Deste modo, Rick começa a ajudar (leia-se azucrinar) a Det. Becket na busca e prisão de tal serial killer. Mas, será que não é justamente o que Castle precisa para sua inspiração? “Uma rígida mas adorável detetive”?

“Castle”, atualmente, já terminou sua 5ªtemporada e uma sexta está confirmada. A 1ª temporada só possui 10 episódios, mas devido ao sucesso da série, as seguintes passaram a ter 23/24 por temporada.

Adoro esta série, que segue a mesma linha de “Bones”, mas ao meu ver, superou e muito esta. Isso porque, “Castle” possui um pé cômico, episódios tensos que sempre deixam um gostinho de “quero mais” e ambos os protagonistas, Castle e Becket, foram bem construidos, com mistérios em seus passados. Lembram-se que mencionei que “Bones” desejou a desejar por “perder o timing” para os protagonistas? Isso não acontece em Castle, o que faz com que os personagens evoluam e lidem com novas situações, saindo daquela mesmice.

A única coisa é que adoro o Det. Ryan e o Det. Esposito, e por isso, exploraria um pouco mais eles na série.

4,5

Domingo é dia de… Música \o/ #4: Cup Song – When I’m Gone

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Ontem estava assistindo ao “Caldeirão do Hulk”, quando passou uma apresentação intitulada “Cup Song – When I’m Gone”, cantada pela Mariana Rios e um ótimo coral, e na hora eu pensei: “Que estranho, já tinha visto esse vídeo na internet há uns 3 anos..” Quem quiser assistir ao vídeo, pode acessar o site da globo por esse link

Fiquei com aquilo na cabeça e descobri que estava certa! A performance original com os copos era intitulada “You´re Gonna Miss Me” do grupo “Lulu and the Lampshades”, que foi baseada na música  “Miss Me When I’m Gone” de  J. E. Mainer’s Mountaineers.

Reparem que o vídeo é de 4 anos atrás, e tem até um link com possibilidade de compra da música. O mesmo grupo lançou uma versão de estúdio no Youtube:

Então, por que, como o próprio Hulk diz, isso virou febre agora? E eu também achei a resposta.

No ano passado lançaram o filme “Pitch Perfect” (“A Escolha Perfeita”, no Brasil), sendo que em uma das cenas, Beca (Anna Kendrick) canta a música com os copos.

Também chegaram a fazer um clipe com a Anna Kendrick:

Daí foi fácil virar viral na internet, com vários covers legais no youtube. Basta procurar por “Cup Song” ou “When I’m Gone”

Quem aí como eu tá louca pra assistir ao filme e tentar fazer a performance, agora? Rs 😉

Acho que vou ficar só no filme mesmo, porque impossível para mim ter tenta coordenação motora e ritmo

Salve Jorge – Último Capítulo

Salve Seu Jorge, pq a única coisa q valeu a pena foi a música de entrada

Eu sei que muitos de vocês devem achar uma perda de tempo falar da novela, principalmente porque tem rolado várias publicações no facebook (sim, sim, elas ficam horríveis sem maquiagem, eu sei… -.-‘). MAS… gostaria de abordar o programa por uma outra perspectiva e, analisar, efetivamente, a escrita da novela.

O que pude perceber, nos poucos episódios que assisti no decorrer dela, e que se confirmou no último capítulo foi: ou Glória Perez não sabe escrever ou ela perdeu o jeito da coisa. Isso porque, ficou claro, que houve várias falhas (lembre-se , eu estou analisando a escrita da novela, nem comentarei erros exdrúxulos de sentido, abordagem e etc.)

A história, no início, seguia uma lógica, uma linha de tempo. Depois a coisa começou a desandar. A linha temporal dela foi totalmente falha, com cenas que mais pareciam “enfiadas” entre outras; algumas vezes estava de dia, de repente ficava escuro e, então, voltava à aquela mesma cena anterior. E não adianta justificar dizendo que era o fuso-horário, porque não passou uma única cena que seguisse tal principio.

Outra coisa que me chamou atenção é que Glória Perez não conseguiu fechar todos os enredos, deixando várias pontas soltas sem final. O que considero um erro gravíssimo para um escritor. Por várias vezes li histórias que me perderam totalmente (como “A Seleção” – Kiera Kass, resenha em breve) não porque não deram o desfecho que eu gostaria, ou um bom desfecho, mas simplesmente porque não deram nenhum. Poxa gente, a maldita da protagonista passa a novela inteira tentando casar com aquele raio daquele “cara”, então, você espera que no final tenha o casamento dos dois, certo? Errado. Não, não houve. Além do que, apareceram, do nada,  vários personagens e casais só pra “fechar” a história.

Fora vários absurdos que não discutirei aqui, como a forma de abordar determinados temas, essa novela ficou mais furada do que queijo mineiro.

Horrível, e por isso, não merece nem imagem de estrelinha. U.U