Para Ler #5 – O Conde de Monte Cristo

Esse Dantés, sim, que é bomEdmond Dantés é um jovem e promissor marinheiro, prestes a se casar com o amor de sua vida, Mercedes. No entanto, em uma de suas viagens, seu capitão acaba por morrer e, em seu leito de morte, pede-lhe pra que entre em contato com o golpista Napoleão Bonaparte.

Danglars, que deseja seu cargo, Fernand, que deseja sua noiva e Caderousse, que é naturalmente invejo, vêem na situação uma oportunidade de dar um basta, uma vez por todas com Dantés. Com o apoio do procurador Villefort, Edmond é preso na Ilha de If, uma prisão na qual só se sai morto. Lá, conhece um abade que, além de o deixar rico e culto, ainda auxilia em sua fuga. E, agora em liberdade, Dantés anseia por vingança.

Há algum tempo atrás, eu já havia postado a resenha do filme homônimo “O Conde de Monte Cristo (2002)”. Para quem não entendeu direitinho a resenha que fiz agora do livro, lá está mais explicadinho. Bom, voltando ao que eu queria falar, acontece que eu li o livro antes de assistir ao filme e, no entanto, só agora consegui escrever a resenha da história. Isso porque, apesar de ser uma narrativa muito fácil de se ler (fácil demais para um livro que foi escrito em 1943), não é tão simples assim de se “digerir” o conteúdo. As relações entre os personagens são muito intrínsecas entre si, ou seja, um mesmo personagem relaciona-se com todos os outros e não somente um ou outro, o que por vezes, me fez parar e pensar ” X é filho de Y e Z, está noivo de S e agora se apaixonou por Q, que por sua vez é filha de T que é concunhado de R, inimigo de Dantés” (ou algo do gênero XD).

Apesar desse nó de relações entre as personagens, a linha central da história sempre fica muito bem delineada: Vingança. Cada movimento do Conde de Monte Cristo é calculado em seus mínimos detalhes, de modo que o leve ao seu objetivo.

“O Conde de Monte Cristo” é um clássico atemporal, pois vingança nunca sai de moda. Creio que a grande maioria de livros, filmes, seriados, novelas, etc, contemporâneos que se utilizam desse tema tem grande parte de sua narrativa baseada no livro de Alexandre Dumas. Só para vocês terem uma ideia posso citar, assim fácil, três: O seriado “Revenge” e as novelas “Avenida Brasil” e “Flor do Caribe”.  E olha que eu nem me esforcei pra pensar, viu?!

Um livro que, com TODA CERTEZA, todos deveriam ler, ao menos uma vez na vida. Perfeito!

Agora estou com vontade de ler outras histórias de Alexandre Dumas, entre elas “Os Três Mosqueteiros”

— Malditos! — urrou Edmond, cheio de ódio. — Malditos! Ah! Se um dia eu puder exercer minha vingança, ela será terrível! Mais terrível que a morte!

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