Primeiras Impressões – Espaço Árabe

imagesDomingo comi dentro da praça de alimentação do shopping, no Espaço Árabe, onde queria muito experimentar a comida, já que gosto muito das preparações sírias/árabes. Você escolhe 1 especialidade + 2 acompanhamentos e o prato sai por 17,90 (tem algumas que sai por 15,90, mas não sei o que está dentro dessa promoção). Escolhi como especialidade Kibe assado, e para acompanhar, salada Fatuch (alface, tomate, pepino, rabanete, cebola, crouton de pão árabe e molho) e Homus (pasta de grão de bico).

A quantidade é muito boa, dá pra matar a fome no meu prato sobrou comida. O kibe estava muito gostoso, juntamente com o homus. A salada eu não gostei muito, culpa minha, já que não gosto de rabanete. Achei muito boa a comida, e, pelo preço, recomendo muito.

Quanto ao serviço, não tenho muito o que falar, já que é dentro da praça. Normal, faz o pedido, paga, senta, espera, pega, come e pronto.

Fiquei com vontade de experimentar todas as preparações.

Vou descontar 1/2 ponto porque eles podiam investir um pouquinho mais nos talheres (são aqueles de plástico, laranjas), e a esfiha do meu amigo veio em prato descartável (podia ser de porcelana, porque cortar em pratinho de plástico é tenso), mas, de resto, muito bom.

4,5

Domingo é dia de… Música \o/ #3 – Charlie Brown Júnior

Antes de mais nada, gostaria de dizer que estou impressionada com essa série, pois, até agora, só postamos músicas nacionais, sendo que escuto mais músicas internacionais. Ou seja, o cenário musical nacional tem melhorado e espero que continue assim =)

Esse é um post que, para mim, causa certa nostalgia. Isso porque Charlie Brown marcou minha adolescência, com várias músicas. Lembro que fiquei sabendo que o Chorão havia morrido quando cheguei para uma aula na faculdade e, apesar de não ter sido exatamente um choque, foi muito triste. Naquela época, eu estava ouvindo músicas mais calmas, sem tanto “barulho” (e ainda estou) e a música “Céu Azul” estava toda hora na minha cabeça.

Acho essa música muito gostosa de se ouvir.. “Tão natural quanto a luz do dia/Mas que preguiça boa,/Me deixa aqui à toa,/Hoje ninguém vai estragar meu dia,/Só vou gastar energia pra beijar sua boca…” ♪♪♪♪♪♪♪♪

Salve Jorge – Último Capítulo

Salve Seu Jorge, pq a única coisa q valeu a pena foi a música de entrada

Eu sei que muitos de vocês devem achar uma perda de tempo falar da novela, principalmente porque tem rolado várias publicações no facebook (sim, sim, elas ficam horríveis sem maquiagem, eu sei… -.-‘). MAS… gostaria de abordar o programa por uma outra perspectiva e, analisar, efetivamente, a escrita da novela.

O que pude perceber, nos poucos episódios que assisti no decorrer dela, e que se confirmou no último capítulo foi: ou Glória Perez não sabe escrever ou ela perdeu o jeito da coisa. Isso porque, ficou claro, que houve várias falhas (lembre-se , eu estou analisando a escrita da novela, nem comentarei erros exdrúxulos de sentido, abordagem e etc.)

A história, no início, seguia uma lógica, uma linha de tempo. Depois a coisa começou a desandar. A linha temporal dela foi totalmente falha, com cenas que mais pareciam “enfiadas” entre outras; algumas vezes estava de dia, de repente ficava escuro e, então, voltava à aquela mesma cena anterior. E não adianta justificar dizendo que era o fuso-horário, porque não passou uma única cena que seguisse tal principio.

Outra coisa que me chamou atenção é que Glória Perez não conseguiu fechar todos os enredos, deixando várias pontas soltas sem final. O que considero um erro gravíssimo para um escritor. Por várias vezes li histórias que me perderam totalmente (como “A Seleção” – Kiera Kass, resenha em breve) não porque não deram o desfecho que eu gostaria, ou um bom desfecho, mas simplesmente porque não deram nenhum. Poxa gente, a maldita da protagonista passa a novela inteira tentando casar com aquele raio daquele “cara”, então, você espera que no final tenha o casamento dos dois, certo? Errado. Não, não houve. Além do que, apareceram, do nada,  vários personagens e casais só pra “fechar” a história.

Fora vários absurdos que não discutirei aqui, como a forma de abordar determinados temas, essa novela ficou mais furada do que queijo mineiro.

Horrível, e por isso, não merece nem imagem de estrelinha. U.U

Blogs e Vlogs que você deveria conferir #2 – Mentirinhas

Sabe aquele artista que você ama pela sua arte, suas idéias, sua genialidade, suas sacadas e tudo mais, esse é o Fábio Coala. Conheci o Mentirinhas através do Não Salvo, que muitos devem conhecer. Graças a Deus que o Cid expôs o trabalho incrível do Coala para mais pessoas conhecerem. Acesso todos os dias e sou uma leitora fiel. Comprei “As Melhores Mentirinhas“, paguei caro (se não me engano, foi perto de R$ 30) na Comix (Comix, sua exploradora) e não me arrependo. Confio tanto no Coala que comprei a GN o Monstro antes mesmo dele começar a fazer. E, todos seus fiés leitores, conseguimos em 3 dias que esse projeto se torna-se realidade.

Adoro seus personagens, e, ultimamente, todos os quadrinhos que a segunda aparece são muito divertidos. Uma série bem legal também é do MHDM (Memórias de um Homem que Destruiu o Mundo), que possui traumas de infância e expõem antes do fim de tudo.

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Vale a pena conferir esse trabalho. Estou até usando o papel de parede que o Coala fez no Natal. Sim, é amor pelo mentirinhas. Para ver mais de sua arte, acesse: http://www.coala-io.deviantart.com/gallery.

Primeiras Impressões – The Fifties

50_0Graças ao SP Burger Fest, evento de duas semanas que dedica ao famoso hambúrguer,  muitos restaurantes lançaram receitas exclusivas para comemorar essa data. Vendo no Guia do Hambúrguer quais as opções disponíveis, escolhi ir no famoso The Fifties e pedir o BB Burger – pão, hambúrguer empanado de 140 gramas, alface, tomate e a exclusiva maionese The Fifties por R$ 19,80.

Porém, quando chegamos no The Fifties do Park Shopping São Caetano, perguntei ao garçom se não havia um hambúrguer empanado exclusivo essa semana e ele me informou que só havia Hot Dogs especiais.

O lugar e o ambiente é muito legal, inspirado nas lanchonetes americanas dos anos 50, com sofás de couro estofados vermelho, garçons caracterizados, espaço externo no meio do shopping. A decoração é linda, tudo em harmonia com o tema.

O serviço também é muito bom, os garçons são atenciosos, apesar de ter demorado um pouquinho na hora de fechar a conta, admito que foi culpa no nosso posicionamento e dá falta de vergonha na cara de chamá-lo eficientemente.

Agora vamos a parte mais legal: a comida. Bom, apesar de estar meio decepcionada por não ter o lanche exclusivo fizemos o pedido mesmo assim: Para começar pedimos as Fritas Fifties Especiais (Inteira, R$ 18,20) enquanto esperávamos nossos lanches. Eu pedi o Pic Oceania (hambúrguer de picanha, molho barbecue, queijo prato e onion rings, R$ 24,00) e um suco de laranja (350 ml, R$ 5,80). A Vivi pediu o Pic Americano (hambúrguer de picanha, molho especial, pedacinhos de cebola e fatias de picles, cobertos com queijo cheddar, bacon crocante e alface juliana, R$ 26,60) e também um suco de laranja. Enquanto nosso amigo pediu o Pic Europeu (hambúrguer de picanha, um saboroso molho de queijos, tomate e peperoni, R$ 24,00) e um Milk Shake de Ovomaltine (700 ml, R$ 20,40). Eles fazem questão de perguntar o ponto do hambúrguer (apesar que o garçom esqueceu de perguntar do meu amigo), mas, sinceramente, depois de pronto, não vi muita diferença (eu pedi no ponto e a Vivi bem passado.)

Bom, sinceramente, achei que o hambúrguer não tem gosto de picanha, parecia mais com um bolo de carne. Como ele é grande (150g), ele fica meio seco e duro, para não ficar mal passado. E, acho que se dividirem em 2 hambúrgueres, acho que fica melhor . O pão também é meio sem graça, seco. Achei bem legal associar os acompanhamentos com os continentes, e, com toda a certeza, a melhor parte do meu lanche era os onion rings. Mas, não repetiria. Quanto a batata, achei que era bem parecida com as congeladas da Mc Cain, que fritamos em casa, apesar de suspeitar que eles usam gordura hidrogenada. O cheddar e o bacon não eram nada de mais. Bem normal mesmo. Já os sucos eram iguais os de padaria. O Milk Shake parecia bom, apesar de não ter experimentado.

Por tudo isso, aqui vai a nota para a primeira impressão no The Fifties:

3,5

Viciadas por Séries #2: 2 Broke Girl$

PILOT

Baixei essa série e vi a primeira temporada inteira em duas madrugadas. 2 Broke Girls conta a história de Max e Caroline, duas garçonetes que trabalham em um restaurante para se sustentarem. Max, além de ser garçonete, trabalha também como babá, conhece Caroline, que era rica e perdeu tudo depois que seu pai roubou de todos e acabou sendo preso. As duas começam a viver juntas e sonham iniciar um negócio de cupcakes.

A cada fim de episódio, você descobre quanto de dinheiro elas conseguiram ajuntar no fundo para a abertura do negócio de cupcakes. No meio da série, aparece Sophie Kerchinsky, interpretada pela Jennifer Coolidge, muito famosa pela atuações em filmes de comédia.

Os episódios são de aproximadamente 22 minutos, e a série é uma sitcom de comédia da CBS, no estilo de Two and a Half Men e The Big Bang Theory.

Apesar de dar umas boas risadas, ainda acho que poderia dar mais gargalhadas, explorando mais os personagens secundários. Mas vale a pena assistir nas horas livres.

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